Entre documentários, festas, e as novidades que conta diariamente no blog Urbe, pode-se dizer que Bruno Natal é um agitador cultural. Aos 31 anos, Bruno está em meio à divulgação de seu filhote “Dub Echoes”, documentário idealizado em parceria com Chico Dub. O filme, que já passou por festivais em diversos países como a Suécia, Dinamarca, Irland, Estados Unidos e, claro, a Jamaica, traça a história do estilo musical desde o seu nascimento até sua influência em ritmos tão populares como o hip-hop e a música eletrônica.
Entre o início das filmagens, em 2004, e a finalização do filme, passaram-se quatro anos. A motivação para tão longo trabalho nasceu do desconhecimento do gênero. “Eu e o Chico nos sentíamos pessoalmente ofendidos toda vez que alguém dizia quer o reggae ou o dub eram repetitivos e chatos. Queríamos fazer algo pra marcar a importância do estilo no cenário musical”, explica. Para isso, a dupla, de forma independente, viajou para a Jamaica, Estados Unidos e Inglaterra, além de fazerem pesquisas pelo Brasil. Em cada parada, entrevistaram nomes lendários como Lee Perry e Mad Professor e descendentes musicais como 2manyDJs e Basement Jaxx. No total, foram 40 entrevistas que resultaram em 75 minutos de história contada pelas lentes da dupla.
Nos intervalos da colheita dos louros da campanha internacional de seu documentário - enquanto rodava “Dub Echoes”, Bruno assinou outros cinco filmes - Bruno alimenta o blog UrBe, que comemora seis anos na rede neste sábado (20), com mais uma festa (a sexta, claro!) no Cine Glória. Para animar a pista, convocou o duo Lettuce, o curitibano Boss in Drama, o carioca Apavoramento Sound System e os jovens DJs que comandam a festa Os Ritmos Digitais. Para decorar o ambiente, uma exposição de arte com curadoria da equipe da novíssima LPhante Mag.
Bruno, que também acumula função de DJ residente da festa Calzone, divide as pick-ups com os convidados, mas cheio de humildade. “Sou um bota som, toco o que gosto de ouvir ou o que gostaria de ouvir na pista quando saio. Começou de brincadeira e ainda é assim porque me divirto tocando”, finaliza.
…as irmãs Helen e Fabiana Pomposelli decidiram dar um tempo na correria da rotina de jornalista de moda e diretora de arte e criaram um espaço aconchegante, cheio de charme, onde pudessem se sentir em casa e aproveitar melhor o tempo de trabalho. Ganhou a cliente, que encontra no Atelier Clementtina um espaço montado em uma simpática casa no Jardim Botânico. O conceito por trás de tudo? Helen explica: “por causa do estresse do cotidiano, queríamos montar um espaço agradável, fora de shoppings e galerias fechadas, em que a cliente pudesse aproveitar melhor o tempo e relaxar. Tudo seguindo a nossa macrotendência que é ‘torne seu tempo precioso’”.
Foi essa macrotendência que guiou toda a coleção “Chá das 5″, com acessórios para casa, objetos de decoração, bijuterias e peças incríveis como a camisola boyfriend, um camisão para tomar chá inspirado na nova mania de invadir o armário do namorado e vestir-se com peças dele. Outro destaque é a estampa barroca, criada por Fabiana, que adorna almofadas, jogos americanos e, claro, conjuntos para chá. Mimos como as pulseiras com pingentes de cupcake e macarons, docinhos que acompanham o chá, dão um charme a mais à linha.
Além da loja, a casa serve como galeria de arte e o jardim de inverno abriga encontros, debates, palestras sobre gastronomia, shows acústicos e o que mais couber ali. “A proposta é que as pessoas desacelerem no jardim, descansem o corpo e estimulem a mente”, explica Helen.Toda quinta-feira, uma manicure está à disposição no mesmo jardim com esmaltes selecionados pelas Pomposelli de acordo com que está em alta. Todos os dias, as meninas recebem os visitantes com um sorriso no rosto e um delicioso brigadeiro. O Atelier Clementtina fica na Rua Lopes Quintas, 147, no Jardim Botânico.
Depois de uma passagem super comentada por São Paulo, finalmente a exposição interativa “Rebobine, Por Favor”, inspirada pelo filme homônimo do francês Michel Gondry, chega ao Rio e aporta no CCBB. A interatividade com o público vem dos treze sets customizáveis - e exclusivos! - que permitem que o visitante crie suas próprias histórias passadas ali seguindo os improvisos e reconstruções propostos pelo diretor no longa estrelado por Jack Black e Mos Def.
Cada grupo de visitantes - inscrito previamente pelo site - faz um workshop no próprio centro cultural e define o título, o gênero, o roteiro do vídeo e as funções de cada um na produção. Só depois de quase três hora que os novos cineastas recebem uma câmera e têm até 20 minutos para filmar sua história entre os cenários. Ao final da produção, o vídeo é exibido em um telão e fica à disposição numa espécie de locadora como a que serve de pano de fundo para a história de Gondry.
Não viu o filme e não sabe do que se trata? Sem problemas. Pararelamente à exposição será realizado o Ciclo Gondry, com exibição de obras como o vencedor do Oscar “Brilho eterno e uma mente sem lembranças”, com Jim Carrey e Kate Winslet e “The Science of Sleep”, estrelado por Gael García Bernal e Charlotte Gainsbourg, que nunca entrou em circuito no Brasil. Na mostra também serão exibidos alguns dos videoclipes que o consagraram na década de 1990 pelos efeitos e originalidade.
A exposição fica em cartaz até o dia 9 de agosto e o CCBB funciona de terça a domingo (exceto feriados), das 10h às 21h. A entrada e a participação no workshop são gratuitos, consulte os horários e faça inscrição no site oficial do evento. O mesmo vale para os horários e programação do Ciclo Gondry.
Ipanema é a musa inspiradora deste blog e claro, da sandália Ipanema RJ. Cheio de histórias, personagens e influência, o bairro é sinônimo de Rio de Janeiro em todo o mundo e representa o lifestyle desta maravilhosa cidade. Um dos livros “sagrados” e que conta esta e tantas outras histórias é “Ela é Carioca”, do jornalista Ruy Castro.
O subtítulo da obra explica tudo: “uma enciclopédia de Ipanema”. Depois de anos de trabalho e pesquisa, Ruy reuniu em verbetes todos os fatores e pessoas que contribuíram para que Ipanema fosse centro da efervescência cultural carioca para o mundo. Por isso queremos dividir essa compilação com vocês.
Temos três exemplares do “Ela é carioca - Uma enciclopédia carioca” autografados pelo autor e, para que um deles seja seu, você só precisa contar em até 500 caracteres (mais ou menos 7 ou 8 linhas) qual é o seu canto preferido em Ipanema e explicar o porquê*. As três melhores respostas serão presenteadas com um exemplar cada(os ganhadores vão receber o livro em casa). Conte a sua história nos comentários e deixe um endereço de e-mail válido para que possamos entrar em contato.
Afinal, qual é o seu canto preferido em Ipanema?
* Os critérios de julgamento são criatividade, originalidade, adequação ao tema e concordância gramatical e ortográfica. A promoção dura até as 23h59min de Brasília do dia 15 de junho de 2009 (segunda), ou seja, você tem até lá para postar seu texto na caixa de comentários. Cada participante poderá concorrer com apenas um texto, sendo que este deve ser inédito e de sua única e exclusiva autoria. O resultado será publicado aqui no Ipanema Blog dia 17 de 06 de 2009 (terça-feira). Os vencedores também serão avisados por e-mail.
Arte e moda sempre caminharam juntas e a exposição “Co.Labor”, que abre neste sábado na Galeria Amarelo Negro, em Ipanema, apresenta a relação destes dois mundos com a prática do “fazer”, o momento em que as idéias são postas em prática.
Entre os artistas e os “modistas” participantes, foram convocados Isabela Capeto, Kylza Ribas, Marcella Virzi e Mark Greiner, que expõem ao lado de Efrain Almeida, James Kudo, Raul Leal e Rafael Alonso.
Mark Greiner
Kylza Ribas
James Kudo
Isabela Capeto
Raul Leal
Rafael Alonso
“A maioria das oito obras é inédita. As peças da Isabela Capeto, da Marcella Virzi e do Mark Greiner são roupas de desfile, que mereciam ser apreciadas de perto pelo público. A Kylza Ribas desenvolveu a partir de uma escolha nossa de um look da última coleção”, explica Flávio Bragança, curador da exposição. “A mostra pretende valorizar os artistas que deixam a marca do esforço no seu trabalho. Queríamos sentir a construção da obra, o empenho na materialização dos seus devaneios”, completa Flávio.
A abertura da exposição é neste sábado, a partir das 15h, no espaço da galeria, que fica na Rua Visconde de Pirajá, 111, em Ipanema. “Co.Labor” vai até o dia 20 de junho, de segunda a sexta, das 11h às 19h e aos sábados, das 11h às 16h.
Já virou tradição: há 11 anos, nesta mesma época, os moradores do Rio (cariocas ou não) são convidados a aproveitar a baixa temporada do turismo para conhecer melhor a cidade, seus centros culturais, pontos e serviços turísticos. Durante o projeto Carioquinha, que começou esta semana, muitas das maravilhas turísticas apresentam ingresso com desconto para estimular a visitação dos cariocas da gema e do coração. Além de proporcionar momentos de lazer, isto faz com que eles se tornem divulgadores “experientes” destas maravilhas tão cantadas mundo afora.
Perguntamos a algumas personalidades do Rio quais dos passeios que fazem parte do projeto elas recomendam e o por quê. Com isso, tivemos uma pequena amostra das 123 atrações que estão abertas para nos receber até o dia 5 de julho. Para ver a lista completa, visite o site do evento.
“Já saltei de asa-delta e parapente e foram experiências maravilhosas. A única parte ruim é na rampa. Você tem que correr para o precipício para levantar vôo. A dica é não olhar para baixo e nunca, nunca frear na hora de saltar. São dez segundos de medo e desconfiança que se transformam em prazer, segurança e tranqüilidade. Se você tiver vontade, vale a pena vencer o medo que possa ter. Roni Falcão faz cerca de seiscentos vôos por ano, há mais de vinte anos, e nunca sofreu um acidente”
“Ah, sem dúvida o programa que me deixa com água na boca nesse roteiro é o passeio até as Ilhas Cagarras. O Rio é incrível né? Uma metrópole enorme, mas que em instantes te transporta para outras selvas. Delícia”.
Foto de Luiz Castro http://www.flickr.com/photos/lfcastro/
“Caetano cantou que o antropólogo Claude Lévi-Strauss achou a Baía parecida com uma boca banguela. Descubra que ele viajou, e não apenas fisicamente falando”
Jackie de Botton, executiva, fez um roteiro artístico:
“Adoro ir ao MAM, não só pelas obras de arte. O espaço em si, a vista, arquitetura e o paisagismo já fazem história. Apesar de não fazer parte do evento, acho que todo carioca deveria conhecer o Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, levem essa dica!”
Foto de Marcus RG http://www.flickr.com/people/canoafurada/
Phelipe Cruz, jornalista carioca que mora em São Paulo e responsável pelo blog Papel Pop deu a sua dica, mesmo à distância:
“Vale a visita ao Forte de Copacabana e ao Museu Histórico do Exército. Lá você tem uma vista linda da praia de Copacabana enquanto come no restaurante, além de poder visitar, tirar umas fotos, sentar nas pedras e ficar batendo papo à toa”.
Pedro Hermeto, sócio do restaurante Aprazível, de Santa Teresa, preferiu passear por Vargem Grande e indicou o Museu Casa do Pontal:
“Embora poucos conheçam, o Museu Casa do Pontal é um dos meus passeios prediletos no Rio. Está localizado em uma casa bucólica, em uma das mais belas regiões da cidade. O passeio, por si só, já vale o dia. Do ponto de vista cultural, a Casa do Pontal oferece um panorama completo da arte popular brasileira. Sua coleção é o resultado de 40 anos de pesquisas, feitas pelo designer francês Jacques Van de Beuque, e contém uma grande variedade de trabalhos de mais de 200 artistas de diferentes partes do país. Ou seja: um banho de cultura e uma imersão antropológica autêntica nas raízes da cultura brasileira!”
Santiago Bebianno, dono da pousada Casas Brancas, em Búzios, reforçou a recomendação em um dos pontos turísticos mais famosos do Rio:
“Mesmo sendo óbvio, sempre sugiro uma visita ao Cristo Redentor; subo ao Corcovado pelo menos uma vez ao ano pela vista e pela imponência do lugar. Na volta, vale o passeio - gratuito o ano inteiro - pelo Parque Lage. É impressionante a calma que pode ser encontrada ao lado de uma das avenidas mais barulhentas da cidade”.
Foto de Rodrigo Soldon http://www.flickr.com/photos/soldon
Gianne Albertoni, atriz e modelo, enfatiza sua grande paixão, o teatro:
“Eu sou apaixonada por teatro, quando tenho qualquer tempinho livre, vou assistir uma peça. Dentro dos parceiros do projeto Carioquinha, destaco o Centro Cultural do Banco do Brasil, que além de apoiar o teatro, tem peça excelentes, assim como o Centro Cultural da Justiça Federal, que tem cursos também. Gosto muito do Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho, que possui uma midiateca com um grande acervo de filmes e também salas de exibição individuais ou para grupos.”
À primeira vista, você pode pensar que seria um job fácil, de poucas peças e pouca produção. Pois é, em moda, na maioria das vezes, fazer o simples acaba sendo o mais complicado.
Tudo começou há mais ou menos um mês, quando iniciado o contato com a marca italiana de lingeries Yamamay. Após datas e valores do trabalho acertados, passei a receber as fotos das seis diferentes linhas, que seriam fotografadas. A partir daí, começamos a imaginar junto à produção executiva (que cuidava de passagens, hospedagens, transporte, alimentação, e locação) como e de que jeito (com que “cara”, vamos dizer) iríamos fotografar cada peça.
Para cada linha, com cerca de oito produtos, tínhamos de pensar em uma beleza, acessórios, um mood... Dá para perceber que trata-se de um trabalho enorme, que tem de ser todo planejado, pensado e organizado para que no dia das fotos, como em um quebra-cabeça, tudo possa se encaixar e estar ok.
Chegadas as datas, recebemos seis pessoas que vieram da Itália para o job (o fotógrafo, dois assistentes, estilista, diretor de arte, produtor executivo da marca), sendo que aqui do Brasil também éramos mais seis. Trabalhamos em quatro diferentes locações e, em cada um dos seis dias de shooting,tivemos a tradicional rotina de fotos: modelos, make-up, produção de set, luz etc.
Da minha parte eram dezenas de pares de sapatos, colares, brincos, meias, arcos de cabelo, enfim, muitos e muitos acessórios que, no fundo, no fundo, deveriam sumir e apenas compor olook sem roubar a atenção do produto a ser fotografado… Como você pode ver, um enorme esforço pra recriar uma beleza natural e envolvente, que desperte desejo e conquiste o consumidor final.
Será que você pensa em tudo isso quando olha para uma simples publicidade de lingerie?! Pois é, that’s my job.
O porto do Rio, que hoje abriga o maior evento de moda da cidade, pela lente de Pierre Verger
Ele nasceu em Paris, se apaixonou pelo Brasil e fez do Rio cenário para milhares de cliques. Não à toa Pierre Verger é um dos homenageados da próxima edição do Fashion Rio, que começa nesta sexta. A curadora Mari Stockler, em parceria com a fundação que leva o nome do fotógrafo, selecionou mais de 50 imagens da cidade do Rio registradas entre 1940 e 1973. Nelas, estão retratados os pontos turísticos, as festas e o modo de vida do carioca.
As fotografias foram ampliadas em grande escala e vão dividir as atenções do Armazén 1 do Pier Mauá com outras cem imagens que serão projetadas no teto do galpão. Para ver tudo com conforto é só deitar em um dos pufes espalhados pelo espaço.
A maioria das obras que integra a exposição é inédita e algumas estarão à venda durante o evento de moda. Para ver mais imagens, visite a exposição e acesse a fototeca do site da Fundação Pierre Verger. O acervo vale a visita :)
Croqui da exposição que integra a semana de moda do Rio
Ela canta, dança e sapateia. Ou melhor, ela atua, apresenta, é modelo, faz stand-up comedy, é poeta, atravessa o Rio em cima de seu skate longboard… e canta e dança também. Letícia Novaes, de 27 anos, é uma multi-artista carioca que chama atenção ao primeiro olhar: alta, deslumbrante, sua presença se torna acontecimento por onde passa e, geralmente, ela passa fazendo arte. “É difícil definir mesmo e rola uma cobrança, um ‘afinal quem-sou-eu’, mas ainda bem que a globalização é minha amiga e cada vez mais aparecem pessoas corajosas que passeiam por várias áreas”, explica.
Letícia chegou a fazer faculdade de Letras porque queria ser escritora, mas acabou na Casa de Artes de Laranjeiras, a CAL, dando vazão ao lado artístico que aflorou cedinho, quando ela tinha cinco anos e pisou num palco pela primeira vez. “Quando fiz teatro, a cabeça abriu feito pára-quedas e entendi mais meu lugar no espaço, meu corpo, minha criatividade, tudo. Agora eu estou estudando música”, conta. “Acho que precisei fazer teatro para entender melhor como me colocar como cantora, que é o que mais me faz feliz”.
Letícia tem um projeto musical chamado Lettuce, em que compõe com o namorado Lucas Vasconcellos as canções que interpreta. Ele, velho conhecido de Ipanema: Lucas é vocalista e guitarrista da banda Binário, que durante anos fez shows gratuitos na praia aos domingos. “Começamos a namorar e naturalmente fizemos uma banda porque as músicas brotavam da inspiração do cotidiano de quem é apaixonado. A dinâmica do relacionamento ajuda: a gente fica cansado junto, fica empolgado ao mesmo tempo, é um barato”, explica Letícia, que antes do Lettuce, fez parte de outras três bandas e se apresentou por todo o Rio de Janeiro e fora do estado.
Nos palcos, Letícia ganhou reconhecimento com o show de stand-up “Comédia de Salto”, em que passou dois anos contando as histórias – verídicas – que acumulou ao longo dos anos. “Sempre fui a escolhida do universo para ser pára-raio de maluco, vivenciei muita coisa que contava na mesa de bar, em festinhas, para amigos. Até que o André Silveira me chamou pra fazer parte de um grupo que ele estava criando. E lá fui eu, na cara e na coragem contar tudo que eu contava em mesa de bar para uma platéia”, diverte-se.
Diversão, aliás, parece ser o lema de Letícia. “Procuro manter o bom humor sempre. Quando estou enfezadinha, não me reconheço. Aí vou à praia e volto ao meu estado feliz”, explica a carioca, que além da praia tem entre os lugares preferidos do Rio a mureta da Urca, para assistir ao pôr-do-sol.
É difícil não imaginar como cabem tantas atividades no calendário de uma pessoa tão cheia de projetos e não dá para evitar a pergunta sobre o futuro. “Eu e Lucas estamos bolando um projeto chamado ‘Brazilian Lovas’, com músicas românticas que foram sucesso radiofônico, num climinha de bolero eletrônico”, adianta.
“Fora que eu escrevo compulsivamente e talvez tome coragem e publique um livro com desenhos, observações, comentários, poesia, anotações de guardanapo, além de que pretendo juntar as músicas que fiz na infância com as de outros amigos que têm composições infantis para criar algum balacobaco lúdico”, conta. E quanto ao presente? Algumas das músicas do Lettuce estão disponíveis no MySpace da banda, que entra em estúdio no próximo dia 5 para gravar o primeiro disco. No dia 10, a banda toca ao lado do DJ João Brasil na festa Força na Peruca, produzida pela própria Letícia. Haja disposição :)
Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.
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