Amanhã é “Dia Mundial de Combate à Aids” e a Ipanema RJ não poderia ficar de fora.
Além da doação de mais de mil pares da Ipanema RJ, modelo com tiras vermelhas, para a oitava edição da “A Moda na Luta Contra o HIV”, adquirimos duas Ecobagas Radical Chic + Ipanema RJ que serão sorteadas amanhã no nosso twitter.
Para participar basta entrar, amanhã, no nosso canal do twitter das 11h às 18h e dar RT no tweet: “Promo Ecobag Radical Chic + Ipanema RJ by Oskar Metsavaht na luta contra o HIV. Dê RT e concorra a um Kit”.
Os nomes dos participantes serão enumerados e o sorteio será feito por aplicativo online. Não haverá seleção pessoal dos vencedores.
Duas pessoas serão contempladas, cada uma, com um dos kits. Os vencedores serão divulgados até a manhã da quarta-feira no update deste post.
Somente os RTs enviados entre 11h e 18h estarão concorrendo.
Quem ganhar receberá instruções para entrar em contato conosco por email a fim de informar o número que calça, endereço de entrega etc.
UPDATE! Como explicado, os nomes dos participantes foram enumerados e feito sorteio dos dois kits Ecobag Radical Chic + Ipanema RJ by Oskar Metsavaht, utilizando ferramenta online.
Ao todo, 282 twitters participaram da promo dando RT no nosso tweet “Promo Ecobag Radical Chic + Ipanema RJ by Oskar Metsavaht na luta contra o HIV. Dê RT e concorra a um Kit”.
Entre eles, os dois vencedores foram:
@marcrio (3) @reitchel (35)
Para receber os seus respectivos kits, por favor, entrem em contato com contato@ipanema.blog.br com as seguintes informações (Nos enviem também uma DM para o @ipanemablog confirmando o email de vocês, ok?):
- Nome completo
- Endereço de entrega
- Número que calça
- Como conheceu a Ipanema RJ?
Muito bacana contar com a participação de todos e parabéns aos vencedores!
E como estamos falando de moda, conscientização e Radical Chic, a data não poderia passar sem uma festa! O get together acontece hoje no Planetário e começa às 20h. Nas pickups, José Camarano e Fabinho Santanna.
Como o encontrinho é por uma boa causa, a venda dos ingressos também será revertida para a Sociedade Viva Cazuza, assim como 10% do faturamento do bar.
Enjoy the party e amanhã participem da nossa promo!
Última sexta-feira de novembro e logo entramos no último mês do ano. Para marcar o clima da reta final de 2009 a tag das imagens desta semana é “calmaria”. Descobrimos artistas surpreendentes que, com poucas imagens, nos fazem ir longe no mundo da imaginação.
Na galeria Anna, você encontra, em meio ao seu bom humor, imagens que parecem verdadeiros sonhos. A combinação de movimento e cores é lindo e ainda dá pra rir um pouquinho com a maneira que ela mesma se descreve: i used to be dead, but now i am gay.
O inesperado marca o trabalho do russo Grape Frogg, que trabalha com fotografia, ilustração e arte digital. E não importa o quão surpreendente e inesperada a imagem seja (como a de um E.T. flutuando), o que chama a atenção é como o artista consegue construir imagens como esta em um tom simplista e fluído.
A canadense Laurence tem apenas 16 anos e já chama atenção por seu talento em capturar momentos que nos fazem querer nos jogar em um lugar confortável e simplesmente mergulhat para o mundo da imaginação. Pela idade da menina, ficamos pensando o que mais podemos esperar dela no futuro. Parece que muito!
Para ela o essencial para ter estilo é o autoconhecimento. E não estamos falando de qualquer pessoa. À frente da edição brasileira de uma das revistas de moda mais importantes do mundo, a jornalista e coordenadora de moda Adriana Bechara sabe do que está falando.
Carioca antenada, desde pequena, em moda, Adriana “começou a carreira” mergulhando no armário da mãe. “Ela sempre foi fashionista e envolvida com o mercado.”, conta. Por isso mesmo, entrar para o este mundo não foi tão simples. “Tive que batalhar muito, provar que era capaz e aprender com as pessoas que me deram oportunidades”, lembra.
Mais tarde, apesar de sentir falta do Rio, se mudou para Sampa, onde assumiu a posição que mantém até hoje. “Reuniu a fome com a vontade de comer. Me adaptei na hora em que cheguei.”. Em uma conversa rápida com o Ipanema Blog, Adriana fala sobre tendências 2010, Rio de Janeiro e, claro, a pressão de ser coordenadora de moda da Vogue brasileira.
Claudio Torelli e Adriana Bechara
IB - Quando você percebeu que queria trabalhar com moda e como começou sua carreira?
AB - Quando era pequena e via as revistas e roupas da minha mãe. Ela sempre foi fashionista e envolvida com o mercado. Mas entrar nele não foi fácil por causa disso. Tive que batalhar muito, provar que era capaz, insistir sem dúvidas e aprender com as pessoas que me deram oportunidades: Eloysa Simão, Giorgio Knapp, Ernesto Baldan e Regina Guerreiro. Isso no começo. Mais tarde foram Marcia Disitzer, Daniela Falcão, Joyce Pascowitch e agora Patricia Carta e Dani Falcão de novo: aprendo o tempo com as duas.
IB - Como é sua rotina como coordenadora de moda da Vogue? A pressão é muito grande por estar à frente de uma das principais revistas de moda?
AB - É uma rotina imprevisível, tudo depende de onde, como e quando faremos os editoriais de moda. Assim como nada na revista pode ser previsível, a vida de quem trabalha aqui também não é. Existe muita pressão. Fotos, textos e matérias em geral não tem que ser boas, tem que ser excelentes, espetaculares.
Se não forem, caem no buraco negro das derrubadas. Além de serem boas, tem que combinar com a edição, tudo na revista deve dialogar. Então é muita pressão? Sim, muita. Mas é muito excitante e estimulante trabalhar em um lugar assim. Estamos sempre nos testando e procurando fazer o melhor.
Lady Gaga
Rachel Zimmermann
Alexander Wang
Lady Gaga
IB - 2010 será o ano de quem, na moda, música, artes, na sua opinião?
Esta semana começa a oitava edição da campanha A Moda na Luta Contra o HIV para lembrar o Dia Mundial da Luta Contra a Aids, em 01/12. Este ano, pela primeira vez, a Ipanema RJ participa do movimento liderado pelo estilista Carlos Tufvesson.
Para arrecadar verba, o cartunista Miguel Paiva assina uma eco bag bem bacana com a personagem Radical Chic estampada. Dentro dela, o modelo vermelho da nova linha Ipanema RJ completa o kit, que terá o dinheiro arrecado revertido para a Sociedade Viva Cazuza.
Ao todo, são 22 marcas, onde o kit Eco bag + Ipanema RJ já estão à venda. A bag custa R$50 e você pode comprá-la nas lojas a seguir: Animale, Antonio Bernardo, Aviator, Bianca Marques, Carlos Tufvesson, Casual Street, Cavendish, Dautore, Espaço Fashion, Farm, Jelly, Leeloo, Lenny, Mara Mac, Maria Bonita Extra, Maria Oiticica, Nag Nag, Osklen, Sara Jóias, Via Flores, Wöllner e Regia Coelho. (Apenas as lojas de Ipanema)
O Point Ipanema é uma das ações mais legais da Ipanema RJ, onde um grupo de universitários apoiados pela marca invade as praias cariocas com suas devidas sandálias nos pés e barracas fincadas na areia. E, na segunda-feira, saiu uma matéria bem bacana com o grupo, na coluna Gente Boa.
De quebra, os novos modelos coloridos, lançados na Semana Iguatemi de Moda, em setembro, saíram na coluna Front, no Caderno Ela do último sábado. Parte dos novos modelos já estão à venda na Osklen, Salinas e outras multimarcas.
O burburinho da semana fica por conta da abertura, hoje, do Vale Open Air, que invade a Gávea levando música, tecnologia e cinema, ao Jockey Club. O melhor: tudo ao ar livre.
Ao todo, serão 19 longas (16 ainda inéditos), entre eles o novo do Woody Allen (Tudo pode dar certo) e o último do Heath Leadger (O mundo imaginário do Dr. Parnassus). Cinco curtas fecham a lista de filmes que passarão na maior dela ao ar livre do mundo.
Pra quem é de música, 20 atrações se espalham durante o evento. Entre eles, os esperados gringos do The Whitest Boy Alive e a “meio carioca” Ana Cañas. Na pista, a galerinha da noite carioca, como a Moo e a I Love Pop, faz o set list.
Tudo isso no espaço com cenografia da SuperUber, que teve como tema de inspiração a sustentabilidade. O projeto multimídia criado pela produtora explora a interação entre o público e o ambiente.
A “festinha” a céu aberto vai até o dia 13 de dezembro e espera cerca de três mil pessoas. Bem no mood do verão.
Para saber a programação completa, acesse o site oficial do evento.
Algumas pessoas conseguem olhar um objeto e ver uma coisa completamente diferente daquelas que todos os outros poderiam notar. É por isso que trabalhos como o de Christoph Niemann nos fascinam tanto. O americano é famoso por suas ilustrações que já estiveram nas capas do NY Times Magazine, The New Yorker e American Illustration. Em seu mais recente trabalho, entitulado de Bio-Diversity, Niemann usou simples plantas para retratar objetos do nosso dia-a-dia criando imagens surpreendentes.
Bicicleta, bike, magrela… Não importa. Quem mora ou visita o Rio sabe que uma das coisas legais da cidade é poder percorrer os pontos mais interessantes pedalando. Aliás, pedalar é tão prazeroso que o arquiteto Argus Caruso deu um tempo no trabalho, estendeu seus limites e percorreu mais de 35 mil km com sua bicicleta. O resultado é o o projeto “Pedalando e Educando” e o livro “Caminhos - Volta ao mundo de bicicleta” , lançado em outubro, onde o autor mostra fotografias dos 28 países que visitou, munido apenas de mochila e sua bike.
Agora, pra quem ainda não tem o fôlego pra ir tão longe, conversamos com uma galerinha cool, que usa sua bike pra tudo, aqui no Rio, e conta quais são seus trajetos preferidos, dão dicas etc. No final, ainda tem uma entrevista com Argus para gente saber mais sobre a sua aventura mundo afora.
Rafa Medeiros – Designer
Moro em Copacabana e circulo de bike por toda a Zona Sul (incluindo Laranjeiras, Glória, Catete…). É raro ir até o Centro, mas pode acontecer. Acho ótimo o Metrô permitir bicicletas nos domingos e feriados, mas só isso? Não dá para entender porque elas não são permitidas fora da hora do rush.
Uso a minha bicicleta diariamente há três anos e depois que passei um tempo em Berlim, ano passado, comecei a encarar até chuva de bike. Garanto que, na maior parte das vezes, evito muito trânsito e me refresco… Uso uma capa, mas já vi pessoas hilárias andando de bike com guarda-chuva no Rio.
A melhor vantagem da bicicleta é o controle do usuário. Porque mesmo dirigindo um carro, você depende de sinais de trânsito, engarrafamento e transtornos na pista. Na bicicleta, o controle é inteiramente seu. Você pedala na sua velocidade, escolhe o seu caminho e cria uma relação com o ambiente, que é perdida nos automóveis cobertos.
Além disso, não podemos esquecer que, diferente da maioria das grandes cidades, o Rio tem atributos naturais que colaboram com o bem-estar dos ciclistas. Mas duas coisas ainda irritam: a quantidade de automóveis e a falta de manutenção das ciclovias e ruas.
Tenho bicicleta desde os seis anos. Aos 14 ganhei uma de adulto e curtia pedalar por Niterói (saía de Icaraí e ia ou pra esquerda - São Francisco, Charitas e Jurujuba - ou pra direita - Ingá, São Domingos, Barcas - ou pra Santa Rosa visitar minha avó). Podendo ir de bicicleta, a preferência é dela. Em segundo lugar, os ônibus. Não dirijo. ;)
Quando eu trabalhava em Ipanema, era mais fácil usar a bike como meio de transporte oficial. Moro no Leme e era só pegar a ciclovia direto até lá. Agora, no escritório de Laranjeiras, fica complicado. O Rio de Janeiro tem a maior malha cicloviária do país, mas ela é interrompida em vários pontos (e pegar trânsito de bicicleta não dá, os motoristas são muito mal educados). Então tenho usado mais nos fins de semana, mesmo. Ou quando preciso fazer algo pela Zona Sul / Centro.
Acho que os melhores lugares pra ir de bike são os clássicos: pegar o Aterro até o aeroporto ou ir até o final da Zona Sul e pedalar pela Lagoa. Nunca fui até as Paineiras ou a Vista Chinesa, mas dizem que é a coisa mais linda.
Uso a bicicleta desde 91, quando ia para o colégio com ela. Quando me graduei e voltei pro Rio comecei a usar pra ir e voltar do trabalho. Hoje, vou a todos os lugares que estejam num raio de 20km da minha casa. Visito amigos, vou às compras, vou à palestras e até à Bienal do Livro já fui pedalando.
Poderia listar muitos motivos racionais, tais como praticidade, agilidade, meio ambiente, saúde. Todos são muito importantes, mas o fato é que adoro andar de bicicleta e me sinto muito bem. O prazer de uma pedalada, mesmo curta, me deixa mais relaxado, bem humorado e adoro fazer algo que gosto e saber que é importante. E no fim das contas todos saem ganhando.
IB - De onde surgiu a idéia do “Pedalando e Educando”?
AC - Sempre acreditei na educação como a única forma de melhorar nosso mundo. É o primeiro passo. Daí a idéia de unir aventura com educação, tentando fazer com que os estudantes se interessem pela cultura dos países de uma forma lúdica. Comecei projetos assim quando voltei da viagem de veleiro refazendo a rota de Cabral, exatamente 500 anos depois. Fiz algumas palestras em escolas e vi no brilho dos olhos dos estudantes, que a fórmula dava certo.
IB - Aliás, como você passou da arquitetura para a viagem de bike?
AC - Quando parti muitos perguntaram se eu iria “abandonar a arquitetura”. Nunca abandonei nada, apenas dei um tempo. Depois da viagem voltei a trabalhar com arquitetura e construção e muitas portas se abriram. A decisão de partir foi a mais difícil da viagem. Não é fácil sair de um bom emprego para cair na estrada. Mas hoje tenho certeza de que vale a pena.
IB - Por que a escolha de uma bicicleta como meio de transporte?
AC - É um esporte, um transporte com energia renovável, é simpático e me proporcionou muitas amizades no percurso. A velocidade da bicicleta é ideal para quem tem tempo e gosta de ficar próximo das pessoas. Fui devagar para poder cumprimentar e olhar no olho de todos que encontrava.
IB - Quais foram os principais locais por onde passou? Tem algum preferido ou que tenha te marcado mais?
AC - Foram 28 países! Difícil escolher algum, todos tiveram suas maravilhas. Mas gostei muito de ter atravessado a Cordilheira dos Andes e o Himalaia. A grandiosidade dessas montanhas impressiona e a visão dos vales era como um prêmio quando eu chegava nos topos.
IB - Quais são seus projetos futuros?
AC - Meu novo projeto é “Escola do Mundo”. Visitarei escolas do Brasil com uma exposição itinerante e “contações” de histórias. A viagem iniciará no primeiro semestre letivo de 2010 e, primeiramente, visitarei as regiões Norte e Nordeste.
Meio ambiente, urbano, cores e consumo são algumas das tags que poderiam ser relacionados às imagens desta semana. Entre a crítica, conscientização e bom humor, ficam as fotos mais bacanas que vimos nos últimos dias.
Conhecido por sua crítica à “sociedade do consumo”, o artista retrata os efeitos do acúmulo do que consumimos ao longo da vida com imagens polêmicas e realistas.
O street-artist nascido em Atenas percorre as ruas buscando áreas cinzas onde seus grafites coloridos imensos darão mais vida ao concreto. Apesar da proporção, os desenhos são bastante delicados e cheios de cores e detalhes.
Na terça-feira, fomos lá ao Oi Casa Grande conferir o Multiplicidade! Muita gente legalestava por lá para ver e ouvir o “A Stereoscopic Show”, um projeto desenvolvido pelo selo AntiVJ em parceria com a dupla francesa Principles of Geometry, ambos se apresentando pela primeira vez no Brasil. Rapidamente o público do teatro foi transportado para o universo futurista proposto através de música eletrônica, sintetizadores e vídeos em 3D. Em pouco tempo, a plateia já estava vidrada e acompanhando tudo com a maior atenção e com direito a muitos aplausos ao final de cada música. Foi uma hora inteira de interação música+imagem+público e a gente adorou!
Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.
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