O copia, cola e cria de André Paste
Poderia ser mais uma história de alguém que ficou conhecido na web e não demorou muito para desaparecer das nossas vistas. Mas não parece ser o caso. Conhecido no meio musical como o “pupilo de João Brasil“, André Paste vem ganhando o público e as pistas com seus mashups irreverentes, que já receberam elogios de todo o Brasil.
Quem é ligado na web viu o burburinho que rolou esta semana, após a confirmação da vinda do menino de apenas 18 anos ao Rio (Ele mora no Espírito Santo) para tocar na NewLaje (organizada pelo Projeto Seis), no dia 09 de janeiro. Antes, batemos um papo bacana com o DJ sobre música, artes e a expectativa de abrir 2010 tocando para o público carioca.
IB - Como começou sua relação com a música?
AP - Há uns 3 anos atrás, pra passar meu tempo livre, resolvi fazer um curso de produção de musica eletrônica, sem muita pretensão de realmente começar a produzir, até que eu ouvi o Big Forbidden Dance do João Brasil vi que era isso que eu queria fazer. Daí comecei a fazer meus mash ups de brincadeira.
IB - E com o João Brasil?
AP - Sempre fui fã do João, ele é um desses caras que não faz nada meia boca, só coisa muito genial, desde suas musicas do “8 Hits” até todos seus mashups, mas só fui ter contato com ele mesmo quando comecei a fazer os meus também.
Então adicionei o João no myspace e pedi a opinião dele sobre o que tinha feito, sem esperança de ser respondido, e ele veio cheio de dicas, coisas que eu não pensaria nunca sozinho. Aí, a gente começou a se falar por internet.
IB - Quais são suas referências na hora de fazer um mashup?
AP - A minha maior referencia é o João, o primeiro cara que eu ouvi misturando musica brasileira com gringa foi ele. E é isso que eu mais gosto de fazer. Mas também ouço muito os remixes feitos pelo Chernobyl, Gorky, Faroff e GirlTalk.
IB - Como começou a sua relação com a NewLaje e porquê topou o convite?
AP - Já tinha visto fotos da NewLaje em alguns blogs daí do Rio e achei o clima da festa muito legal. Por isso, quando abri meu e-mail e vi que tinha o convite pra tocar nela abri um sorriso de orelha a orelha e topei na hora.
IB - Qual sua expectativa em tocar no Rio? Já veio à cidade antes?
AP - Adoro o Rio, acho que vai ser tudo muito legal, já toquei no Cinemateque em um projeto aqui do ES que levou uns 40 artistas locais pra tocar no Rio, Sampa e Curitiba.
IB - O que você espera sentir do público carioca?
AP - Eu acho que o carioca é o publico mais bem humorado do Brasil, e é isso que eu espero. Muito bom humor, deixar os preconceitos de lado e quebrar tudo ao som do que for.
Por: equipe Ipanema.blog




