O sotaque carioca do Chernobyl
Chernobyl é um nome comum para quem é fã de músicas com influências cariocas. Uma das atrações da terceira Bootie Rio, que rola na próxima sexta, o artista de Porto Alegre participou da valorização local, produzindo bandas e artistas como Bonde do Rolê e Edu K. Prestes a chegar ao Rio para se apresentar, ele conta para o Ipanema Blog um pouco da carreira e do que o atrai tanto aqui no Rio de Janeiro.
IB - O que te atrai na cidade?
Chernobyl - O que mais me atrai no Rio de Janeiro é a música. O samba verdadeiro é arrepiante. O baile funk é a música eletrônica inventada no Rio que contagia o mundo inteiro com uma característica muito própria. Acompanho a cena desde o começo dos anos 90, crio minhas músicas ha mais de 15 anos com muita influência carioca. Misturo o baile funk com vários outros tipos de sons, como rock, electro, rap, house, b-more e percorro o mundo passando essa mensagem sonora. Tenho muitos amigos no Rio e adoro o clima de praia com urbano, o que torna o Rio de Janeiro a cidade mais bonita do mundo.
IB - Que diferença você percebe entre os públicos de Sampa e do Rio?
Chernobyl - Depende muito do club que você vai tocar. Mas gosto muito das duas cidades. Cada uma do seu jeito. Felizmente tenho ótimas reações de público nas duas. Pra tocar, me sinto mais em casa do que em Porto Alegre, que é de onde venho. Rio e SP valorizam mais a criatividade, sem dúvida.
IB - No geral, que DJ você acha que todo mundo deveria conhecer?
Chernobyl - Tem muita gente boa,gente com personalidade, DJs que não são apenas seguidores de tendência…Mas, atualmente, gosto muito do Brodinski.
IB - O que o público pode esperar da sua participação na Bootie?
Chernobyl - Diversão e acabação. Vou tocar muita coisa louca, boa pra se jogar, com muita pegada funk, fritação de eletrônico e peso de rock. Há sempre um toque de bom humor quando se faz mash up…Acho que a Bootie vai ser incrível. Tô preparando músicas especialmente pra festa.
Por: equipe Ipanema.blog




