Back2black
De hoje à domingo, acontece, na Estação Leopoldina, o festival Back2Black, que ressalta a importância da África, tanto como berço da civilização quanto sua importância sócio-cultural. Nestes três dias, além de shows com os principais nomes da música brasileira e africana, acontecerão conferências e outras expressões culturais, como apresentações de dança e projeções de filmes.
De acordo com a Connie Lopes – idealizadora do projeto no Brasil, junto ao escritor angolano, José Eduardo Agualusa, a produtora Julia Otero e o publicitário Silvio Matos -, a seleção dos participantes tentou abranger todas as áreas possíveis. “Fizemos um levantamento dos grandes nomes da África, não só da música, mas também ativistas, intelectuais, gente de cinema etc.
Entre os principais nomes que participarão das conferências, Connie destaca a vinda da Graça Machel, mulher de Nelson Mandela, viúva do presidente de Moçambique, Samora Machel, e grande ativista das causas africanas, Dambisa Moyo, economista do Zambia de projeção internacional, o músico inglês, Bob Geldorf, idealizador do Live Aid e ativista envolvido com a causa africana.
Grandes nomes como Gilberto Gil, Mart´nalia, os músicos Maya Andrade (Cabo Verde), Omara Portuondo (Cuba), Youssou N´Dour (show com participação da Marisa Monte), Paulo Flores (Angola), Ed Motta, Marina Lima, Margareth Meneses, Maria Gadú, Banda Black Rio e outros, ocuparão os palcos do eventos, que também acontecerá em Brasília.
Sobre a escolha da Estação Leopoldina, para realizar o festival, Connie diz que foi simples. “É um dos lugares mais lindos do Rio e estava muito esquecido. Aquele ponto de convergência da cidade precisava de um centro cultural e espero que nosso evento sirva para transformá-lo nisso”, finaliza.
E você? Já se preparou para ir Back2black?




