O CCBB está realizando, pela primeira vez no país, a mais completa mostra sobre as obras do de um dos mais influentes diretores de cinema, Alfred Hitchcock. São 54 longas metragens, 2 curtas e 127 episódios de séries para a tv, além de debates com a presença de José Carlos Avelar, Tatiana Monassa e a pesquisadora Patrícia Rebello.
Além da mostra, ainda será oferecido um curso dividido em seis módulos de duas aulas cada, ministrados por diferentes professores. O curso vai explorar aspectos e particularidades da obra de Hitchcock. As aulas vão acontecer às terças e quartas, das 14h às 16h. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial da mostra até o dia 31 de maio.
No Rio a mostra vai de 1º de junho a 14 de julho. Para conferir a programação completa, acesse o site oficial: http://www.mostrahitchcock.com.br/
A partir de hoje, até o dia 05 de setembro, rola a mostra “Quay Brothers”, na Caixa Cultural do Rio, apresentando uma retrospectiva cinematográfica das últimas três décadas de produção dos gêmeos Stephen e Thimothy Quay, autores de animações em stopmotion, que marcaram os fãs do cinema underground.
Na programação estão dois filmes de longa-metragem e 15 de curta-metragem, entre eles “Street of Crocodiles”. A mostra tem curadoria de Silvia Hayashi e apresenta o desenvolvimento do trabalho dos cineastas ao longo dos anos.
Caixa Cultural Rio de Janeiro
Av. Almirante Barroso 25, Centro (estação Metrô Carioca)
Tel. (21) 2544 4080
Pros fãs do David Lynch, esta será uma semana ótima! É que hoje começa a mostra “David Lynch – O lado sombrio da Alma” na Caixa Cultural, onde serão apresentados 40 filmes, incluindo longas, curtas, os filmes da sua filha Jennifer Lynch; ou seja, tudo sobre o universo de Lynch que mostra, parte a parte, o processo e influências do artista.
A mostra acontece até 20 de dezembro e você pode ver a programação na página da mostra, no Facebook.
Aproveite e adicione a Ipanema RJ à sua lista! Nosso link é este.
Ainda falando sobre ícones, é hoje também o lançamento do selo em homenagem ao Centenário de Carmen Miranda, lançado primeiro em Portugal no dia 6/10, data dedicada ao Brasil na 20ª Exposição Filatélica Luso-brasileira.
O evento acontece no Casarão Brasil, em Sampa, onde também ocorrerá a expo “No Chica Chica Boom de Carmen Miranda”. Serão expostos sapatos plataformas, característicos de Carmen, recriados por divers0s artistas.
O burburinho da semana fica por conta da abertura, hoje, do Vale Open Air, que invade a Gávea levando música, tecnologia e cinema, ao Jockey Club. O melhor: tudo ao ar livre.
Ao todo, serão 19 longas (16 ainda inéditos), entre eles o novo do Woody Allen (Tudo pode dar certo) e o último do Heath Leadger (O mundo imaginário do Dr. Parnassus). Cinco curtas fecham a lista de filmes que passarão na maior dela ao ar livre do mundo.
Pra quem é de música, 20 atrações se espalham durante o evento. Entre eles, os esperados gringos do The Whitest Boy Alive e a “meio carioca” Ana Cañas. Na pista, a galerinha da noite carioca, como a Moo e a I Love Pop, faz o set list.
Tudo isso no espaço com cenografia da SuperUber, que teve como tema de inspiração a sustentabilidade. O projeto multimídia criado pela produtora explora a interação entre o público e o ambiente.
A “festinha” a céu aberto vai até o dia 13 de dezembro e espera cerca de três mil pessoas. Bem no mood do verão.
Para saber a programação completa, acesse o site oficial do evento.
Evento de paulistas estilosos: Alê Farah, Jeff Ares, Rosana Rodini + cariocas pra lá de animados do Gema Crew, no Gig em Ipanema! Além “dos Gema” comandarem o som, os multimídia de SP vão estreiar no solo carioca o Super 8 que já faz sucesso na Terra da Garoa. Jeff Ares o good guy da banda explica:
“O Super 8 é a união de três apaixonados por música, cinema e boa festa. A ideia é tocar trilhas de filmes e séries de TV que fazem parte da memória afetiva - da nossa e de todo mundo. O som? É de pista, pra cantar junto”.
E após a festa de hoje que vai ter até red carpet, os documentários organizados pela mostra Filme Fashion vão rolar no CCBB até o dia 14 de outubro, tudo com curadoria e idealização da FF Alê Farah.
De hoje à domingo, acontece, na Estação Leopoldina, o festival Back2Black, que ressalta a importância da África, tanto como berço da civilização quanto sua importância sócio-cultural. Nestes três dias, além de shows com os principais nomes da música brasileira e africana, acontecerão conferências e outras expressões culturais, como apresentações de dança e projeções de filmes.
De acordo com a Connie Lopes – idealizadora do projeto no Brasil, junto ao escritor angolano, José Eduardo Agualusa, a produtora Julia Otero e o publicitário Silvio Matos -, a seleção dos participantes tentou abranger todas as áreas possíveis. “Fizemos um levantamento dos grandes nomes da África, não só da música, mas também ativistas, intelectuais, gente de cinema etc.
Entre os principais nomes que participarão das conferências, Connie destaca a vinda da Graça Machel, mulher de Nelson Mandela, viúva do presidente de Moçambique, Samora Machel, e grande ativista das causas africanas, Dambisa Moyo, economista do Zambia de projeção internacional, o músico inglês, Bob Geldorf, idealizador do Live Aid e ativista envolvido com a causa africana.
Grandes nomes como Gilberto Gil, Mart´nalia, os músicos Maya Andrade (Cabo Verde), Omara Portuondo (Cuba), Youssou N´Dour (show com participação da Marisa Monte), Paulo Flores (Angola), Ed Motta, Marina Lima, Margareth Meneses, Maria Gadú, Banda Black Rio e outros, ocuparão os palcos do eventos, que também acontecerá em Brasília.
Sobre a escolha da Estação Leopoldina, para realizar o festival, Connie diz que foi simples. “É um dos lugares mais lindos do Rio e estava muito esquecido. Aquele ponto de convergência da cidade precisava de um centro cultural e espero que nosso evento sirva para transformá-lo nisso”, finaliza.
Está rolando pelos melhores cantos da cidade, a filmagem do primeiro longa-metragem de Júlio Secchin. Júlio, de apenas 22 anos ,tem em seu currículo a produção executiva de Apenas o Fim. Também diretor de fotografia e roteirista do filme (adaptado do livro de mesmo nome “How To Be a Carioca”), ele explica que a história é leve, bem-humorada e otimista, diferente da perspectiva mostrada sobre a vida carioca nos últimos anos.
(clique na imagem para ampliar)
Parque Lage - a personagem Alice
Praia de Ipanema - o personagem Arthur em dia de sol
Praia de Ipanema - equipe de figurino trabalhando
Cena em um apartamento de Ipanema - Quarto de Gabriel
No Parque Lage - A infância do personagem Arthur é interpretada por Pedro Henrique no Parque Lage
Saguão de um hotel em Copacabana - o diretor Júlio Sechin mede a luz no set
Um dos aspectos interessantes da história é que o protagonista Gabriel (interpretado por Gregório Duvivier), um fotógrafo daltônico e cult, é um carioca não-arquetípico, longe daquela figura bronzeada que vive na praia. Protagonizam também: Arthur, o gringo do enredo (vivido por Arthur Murphy), a doce personagem Alice (por Alice Assef) e O Malandro (por Luciano Salles).
A equipe já passou pelo Parque Lage,Praia de Ipanema, quartos de hotel, apartamentos de amigos, Lapa e ainda vai pôr o bloco na rua literalmente: uma das cenas do filme é em um bloco carnavalesco que vai passar pela orla de Ipanema. Nos próximos dias, a equipe do blog vai ao set e depois conta aqui tudo sobre How to be a carioca.
(Imagens 1, 3 e 5 de Anna Parisi, still do longa-metragem)
Há duas semanas atrás estava um frio de rachar atrás no Rio, mas, Miami Beach virou point de cineastas, produtores de cinema e atores brasileiros, que foram à Flórida para participar do 13ª Festival de Cinema Brasileiro de Miami. Hospedados em frente à praia, eles bateram ponto em South Beach e deixaram na areia a marca do calçadão de Ipanema.
O cineasta Bruno Barreto, que foi homenageado no festival, e a produtora Paula Lavigne não tiraram suas sandálias Ipanema RJ dos pés. À noite, o ponto de encontro foi o charmoso Colony Theater, na Lincoln Road, onde foram exibidos mais de 30 filmes brasileiros, com sessões lotadas.
Os grandes vencedores do festival foram a comédia Divã, de José Alvarenga Jr, e o documentário Loki - Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle, sobre a vida do fundador dos Mutantes. Cauã Reymond faturou o troféu Lente de Cristal de Melhor Ator, por sua atuação no ainda inédito Se Nada Mais Der Certo. E Lília Cabral ganhou o prêmio de Melhor Atriz por Divã. Os dois também foram a Miami para conferir o evento.
Entre documentários, festas, e as novidades que conta diariamente no blog Urbe, pode-se dizer que Bruno Natal é um agitador cultural. Aos 31 anos, Bruno está em meio à divulgação de seu filhote “Dub Echoes”, documentário idealizado em parceria com Chico Dub. O filme, que já passou por festivais em diversos países como a Suécia, Dinamarca, Irland, Estados Unidos e, claro, a Jamaica, traça a história do estilo musical desde o seu nascimento até sua influência em ritmos tão populares como o hip-hop e a música eletrônica.
Entre o início das filmagens, em 2004, e a finalização do filme, passaram-se quatro anos. A motivação para tão longo trabalho nasceu do desconhecimento do gênero. “Eu e o Chico nos sentíamos pessoalmente ofendidos toda vez que alguém dizia quer o reggae ou o dub eram repetitivos e chatos. Queríamos fazer algo pra marcar a importância do estilo no cenário musical”, explica. Para isso, a dupla, de forma independente, viajou para a Jamaica, Estados Unidos e Inglaterra, além de fazerem pesquisas pelo Brasil. Em cada parada, entrevistaram nomes lendários como Lee Perry e Mad Professor e descendentes musicais como 2manyDJs e Basement Jaxx. No total, foram 40 entrevistas que resultaram em 75 minutos de história contada pelas lentes da dupla.
Nos intervalos da colheita dos louros da campanha internacional de seu documentário - enquanto rodava “Dub Echoes”, Bruno assinou outros cinco filmes - Bruno alimenta o blog UrBe, que comemora seis anos na rede neste sábado (20), com mais uma festa (a sexta, claro!) no Cine Glória. Para animar a pista, convocou o duo Lettuce, o curitibano Boss in Drama, o carioca Apavoramento Sound System e os jovens DJs que comandam a festa Os Ritmos Digitais. Para decorar o ambiente, uma exposição de arte com curadoria da equipe da novíssima LPhante Mag.
Bruno, que também acumula função de DJ residente da festa Calzone, divide as pick-ups com os convidados, mas cheio de humildade. “Sou um bota som, toco o que gosto de ouvir ou o que gostaria de ouvir na pista quando saio. Começou de brincadeira e ainda é assim porque me divirto tocando”, finaliza.
Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.
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