Ipanema Blog

Sobre este blog

Posts com a tag Dia Internacional da Mulher

08 de março de 2010

À todas as mulheres

Tags:

Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher.

De Mayana Moura à Paula Rita Saady e Adriana Bechara, neste link você confere as entrevistas que o Ipanema Blog fez com as mulheres mais bacanas in town.


logo_ipanemarj2

Por: equipe Ipanema.blog

Sem comentários


03 de março de 2010

O ritmo de Livia Maria Senatore

Tags: , , , ,

Ela veio de Minas Gerais, mas viver desde os nove no Rio deu aquele toque carioca no estilo de vida da modelo. Extrovertida e sem muitos problemas em ser sincera, a também apresentadora do programa “As pegadoras” (Multishow), Lívia Maria Senatore conta que se encanta com a moda mesmo sem se esquivar em dizer que “até hoje não entendo nada sobre”.

Em uma das pausas entre os jobs e mergulhos nas praias de Ipanema e Recreio (seus points preferidos), Lívia conversou com o Ipanema Blog mostrando que, de previsível, a menina não tem nada.

Livia Maria

IB - Como você começou a carreira na moda?

LM – Todo mundo me via e dizia que eu era linda, ruiva e magrela, então tinha que ser modelo. Minha mãe não apoiou, mas aos 13 anos voltei a fazer testes e as coisas foram acontecendo.

IB – E como vê esse universo?

LM – Me encanta, mas até hoje não sei nada de moda. Vejo a moda como arte. Quando sou fotografada é como se fosse atriz. Gosto de interpretar (Ela inclusive participou da série “Castigo Final”, lançada no Festival de Cinema do ano passado). De estar em conjunto com algum cenário, história etc.

Amo ser modelo, mesmo com os fuxicos que existem. Muitos me chamam de exótica, mas sou muito tranqüila, não curto essa coisa de “fazer carão”. Meus trabalhos sempre fluem calmos, é claro, a não ser que eu esteja irritada. Mas a moda não é só glamour, poder e glória, então faço o meu e fica tudo certo.

IB – E sobre você ser exótica? O que isso significa?

LM – Desde nova aprendi a me virar sozinha. Vivo meu mundinho e até digo pras pessoas que sou uma “Emo” sem franja e unha preta. Não tenho preconceito com nada. Eu tenho conceitos formados.

IB – Fora do burburinho, o que você curte fazer?

LM – Aí fica o meu lado mineiro. Sou meio bicho do mato. Não sou fã da noite. Eu e meu noivo gostamos de ir à praia. Eu gosto do cheiro da praia, de me divertir. Pra mim praia é um lugar pra se divertir. Não existe o “ir à praia sozinha”. Inclusive, posso dizer que sou farofeira. Gosto do clima despojado. Pretendo até casar em uma praia e levar essa sensação boa aos nossos amigos e família.

** Fotos: Acervo pessoal

Por: equipe Ipanema.blog

2 Comentários


18 de fevereiro de 2010

Registro carioca

Tags: , , , ,

O carnaval carioca nunca foi tão concorrido. Em meio ao burburinho causado pela vinda da Madonna ao Rio, muitos eventos aconteceram pelas ruas da cidade. E entre as fotografias mais bacanas que encontramos da folia, o Ipanema Blog destaca os registros feitos pela designer Natasha Gompers com a sua lomo.

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Foto: Natasha Gompers

Por: equipe Ipanema.blog

19 Comentários


26 de janeiro de 2010

LouLou-land

Tags: , , , , , ,

Quem freqüenta as festas cariocas, pelo menos, já ouviu falar nela. Isso por que LouLou Chavarry é da trupe que corre por semanas para fazer uma noite perfeita para os convidados. Nascida no burburinho de Santa Teresa, ela está por trás de festas como a ElectroShake, MOO, Hell´s Club (as edições que rolaram no Rio) e a mais recente, Shout!.

Não é à toa que LouLou é a única carioca que concorre como melhor promoter brasileira no 2º Prêmio Dj Mag Best Brasil. Aqui, ela, que deixou a carreira em arquivologia para investir em produção, conta um pouquinho do trabalho e mostra o seu lado pós-festas. “Gosto de ir pro ‘meio do mato’ com meu filho, meu marido e amigos. Preciso descansar um pouco… senão, piro!”.

Loulou Chavarry

IB - Como você começou na noite carioca?
LC - Era frequentadora assídua da extinta Guetto … Um dia, o Calbuque, dj e Produtor da festa Febre, me chamou para substituir uma menina que não poderia trabalhar naquele diaGamei!

IB - O que torna uma festa perfeita?
LC - Boa música, gente feliz e bom atendimento … Festa com “gente caruda” não dá !

IB - Para você, quais são os principais nomes da noite carioca?
LC - Moo, Mauricio Lopes, Gustavo Tatá, os meninos da Dancing Cheetah (Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil), The Twelvees e Filipe Mustache. Gosto muito também de uma galera nova, como OsRitmosDigitais.

** Festa Shout! / Fotos:Partybusters

IB - O que fazia antes de mergulhar no burburinho da noite?
LC - Sou formada em Arquivologia e quase pós-graduada em Informação e Comunicação em Saúde. Trabalhei no Arquivo Histórico do Outeiro da Glória, FioCruz e Ministério da Saúde, mas não aguentei o silêncio dos arquivos!!  Daí, larguei tudo e voltei a trabalhar só com eventos.

IB - Quais são seus projetos atuais? Planos para 2010?
LC
- Atualmente estou envolvida na produção de 3 eventos: a ElectroShake, as Festas da MOO e  Maze/Shout! Planos para 2010? Vários!

Por: equipe Ipanema.blog

3 Comentários


19 de janeiro de 2010

Na lente de Vitória Frate

Tags: , , , , ,

A irmã, Ana Markun, foi quem deu o start para a carioca Vitoria Frate se interessar pela carreira de atriz. Depois de largar a faculdade de comunicação para cuidar da “pulga atrás da orelha” que ficou desde pequena, quando via a irmã no palco, a atriz entrou para o circo e participou da Intrépida Trupe.

Atualmente, ela faz dança, está com dois filmes, os longas Léo e Bia e Por enquanto, para estrear ainda este ano e já tem planos para voltar ao teatro no segundo semestre. Nas horas vagas, Vitória ainda curte fotografar e aproveitar o clima “despojado-tranquilão” do Rio de Janeiro.

Vitória Frate

IB - Começando do começo… Como foi o início da carreira de atriz?

VF
- Eu cresci dentro do teatro por causa da minha irmã mais velha que é atriz e sempre me carregou junto para cima e para baixo. Eu adorava aquele universo. Ficava na luz ou escondidinha na coxia, desde os 5, 6 anos. Mas gostava de escrever, então quando chegou a hora do vestibular optei por jornalismo e fotografia. Cursei comunicação até o quinto período, mas, desde o terceiro já tinha uma pulguinha atrás da orelha.

Comecei a fazer circo e de lá fui para os exercícios de criação cênica, voltei para a dança e logo já estava no teatro. Então decidi entrar em uma faculdade de artes cênicas também. Quando percebi estava escrevendo “atriz” quando algum formulário me pedia a profissão.

Vitória Frate

Com a equipe de trabalho

IB - Em uma entrevista você disse que não faz projetos

VF - Não é que eu não faça projetos, só tento não ter muita rigidez com os meus sonhos. Eu sei o que quero fazer da vida nesse exato momento e me empenho e trabalho para isso. Mas não significa que eu não esteja aberta a mudanças. Se um dia eu mudar de idéia… Tudo certo! Às vezes quando se planeja demais deixa de enxergar coisas bacanas que cruzam o nosso caminho.

IB - Qual é a melhor maneira de curtir o Rio?

VF - Sem horário para voltar e sem carro! O Rio é uma cidade fácil, você sai para comprar pão e quando vê já está jantando na casa de algum amigo. Isso é uma das coisas que mais sinto falta quando passo muito tempo fora, esse jeito meio despojado-tranquilão da cidade.

Por: equipe Ipanema.blog

2 Comentários


24 de dezembro de 2009

A música em três palavras

Tags: , , , ,

Ainda não conhece o Stop Play Moon? Miss Kittin e The Whitest Boy Alive já! E se você é daqueles que curtem música de qualidade, também deveria…

Em janeiro, o trio brasileiro finaliza o novo álbum e se prepara para a tour. Antes, um bate-papo rápido com a trupe conhecida pelo som apurado e senso fashion nos palcos.

spm2

IB - Como surgiu a banda?

SPM - O Paulo tinha um projeto chamado Motel e nos chamou um dia para vermos se rolava uma integração e foi o que aconteceu. Logo surgiu o Stop Play Moon.

IB - O quanto a moda influencia na música e na apresentação ao vivo de vocês?

SPM - Há uma preocupação em relação aos figurinos nos shows, todos gostamos disso, mas na hora de compor a parada é outra.

IB - Quais são as influências de vocês? Seja música, artes plásticas etc.

SPM - Tudo que envolva amor e um pouco de bom gosto.

IB - Qual foi a apresentação mais marcante pra banda?

SPM – Foi no Le Baron, em Paris. Tocamos lá em junho de 2008.

IB – Já tem data para o lançamento do cd?

SPM - Sim, fica pronto no final de janeiro de 2010, está sendo produzido pelo Plinio Profeta. No último dia 13 fizemos nosso ultimo show pré cd abrindo para o The Whitest Boy Alive, no Studio SP.

Estamos tirando uma mini férias para começar a produção do álbum e ensaios para o show de lançamento / tour 2010.

FYI

Quem é Stop Play Moon: Geanine (ex modelo), Paulo e Ricardo
Onde já tocou: Em Paris, Londres e Brasil.
Com quem já tocou: Abriu os shows da Miss Kittin e, recentemente, do trio gringo, The Whitest Boy Alive, aqui no Brasil.

Por: equipe Ipanema.blog

1 Comentário


17 de dezembro de 2009

O maiô de Paula Rita Saady

Tags: , , , , ,

Como a Entrevistadora de Maiô, ela mostra uma descontração de causar inveja nas mais tímidas. Mas Paula Rita Saady não pára por aí. Se dividindo entre Rio e Paris (onde mora atualmente), Paula trabalha n L´Officiel 1000 modeles, mas avisa que não deixou o maiô de lado. Pelo contrário…

nova-imagem

IB - Como vocês chegaram ao estilo da Entrevistadora de Maiô? E como ela surgiu?

PRS - Surgiu em 2007 quando o José Camarano e o Antonio Frajado sugeriram que eu fizesse um programa de entrevistas no site. Como o primeiro entrevistado foi um gringo, pensamos em fazer algo tropical kitsch, e ai ficou. Mas o personagem sou eu mesma, mais debochada e sem limites do que o normal, um Paula Rita liberadíssima.

IB - Já houve alguma situação inusitada durante as gravações?

PRS - Sim, uma vez improvisei um surf em uma arara de rodinhas num camarim da SPFW entrevistando Ivan Rodik, do blog Facehunter. Mas o clássico é tropeçar no salto (também são enormes). É ótimo para desconstruir o glamour da personagem.

IB – Você está em Paris, mas como define o estilo do carioca?

PRS - O carioca clássico tem um pé no hippie chic, combina com a praia. Gosto de ver esse hippie chic quando ele é leve e vem misturado com o street, skate, rocker, vintage… Não dá pra “fazer a brejeira” pra sempre…

IB – Quais são seus projetos para o ano que vem?

PRS - Desenvolver a Gema TV internacionalmente, fazendo ainda mais vídeos e entrevistas em Paris e Londres para começar. Tenho outros projetos, como uma coleção de maiôs para serem usados muito além das praias e piscinas, além de um programa da Entrevistadora de Maiô, mas esse ainda é segredo.

IB - O que você acha que vai bombar em 2010, na moda, música, artes etc.?

PRS -
Eu acredito muito nas transparências para homens e mulheres, muito maiô, hot pants e lingeries. Lady Gaga, né! Não sou nenhuma especialista em artes, mas tenho visto muita coisa. Reciclagem e ecologia estão com tudo. A qualidade de vida é o maior luxo.

Por: equipe Ipanema.blog

Sem comentários


26 de novembro de 2009

A moda de Adriana Bechara

Tags: , , , , , ,

Para ela o essencial para ter estilo é o autoconhecimento. E não estamos falando de qualquer pessoa. À frente da edição brasileira de uma das revistas de moda mais importantes do mundo, a jornalista e coordenadora de moda Adriana Bechara sabe do que está falando.

Carioca antenada, desde pequena, em moda, Adriana “começou a carreira” mergulhando no armário da mãe. “Ela sempre foi fashionista e envolvida com o mercado.”, conta. Por isso mesmo, entrar para o este mundo não foi tão simples. “Tive que batalhar muito, provar que era capaz e aprender com as pessoas que me deram oportunidades”, lembra.

Mais tarde, apesar de sentir falta do Rio, se mudou para Sampa, onde assumiu a posição que mantém até hoje. “Reuniu a fome com a vontade de comer. Me adaptei na hora em que cheguei.”. Em uma conversa rápida com o Ipanema Blog, Adriana fala sobre tendências 2010, Rio de Janeiro e, claro, a pressão de ser coordenadora de moda da Vogue brasileira.

fotoadrianabechara

Claudio Torelli e Adriana Bechara

IB - Quando você percebeu que queria trabalhar com moda e como começou sua carreira?

AB - Quando era pequena e via as revistas e roupas da minha mãe. Ela sempre foi fashionista e envolvida com o mercado. Mas entrar nele não foi fácil por causa disso. Tive que batalhar muito, provar que era capaz, insistir sem dúvidas e aprender com as pessoas que me deram oportunidades: Eloysa Simão, Giorgio Knapp, Ernesto Baldan e Regina Guerreiro. Isso no começo. Mais tarde foram Marcia Disitzer, Daniela Falcão, Joyce Pascowitch e agora Patricia Carta e Dani Falcão de novo: aprendo o tempo com as duas.

IB - Como é sua rotina como coordenadora de moda da Vogue? A pressão é muito grande por estar à frente de uma das principais revistas de moda?

AB - É uma rotina imprevisível, tudo depende de onde, como e quando faremos os editoriais de moda. Assim como nada na revista pode ser previsível, a vida de quem trabalha aqui também não é. Existe muita pressão. Fotos, textos e matérias em geral não tem que ser boas, tem que ser excelentes, espetaculares.

Se não forem, caem no buraco negro das derrubadas. Além de serem boas, tem que combinar com a edição, tudo na revista deve dialogar. Então é muita pressão? Sim, muita. Mas é muito excitante e estimulante trabalhar em um lugar assim. Estamos sempre nos testando e procurando fazer o melhor.

IB - 2010 será o ano de quem, na moda, música, artes, na sua opinião?

AB - Lady Gaga, Raquel Zimmermmann, Alexander Wang, Pedro Lourenço e muito mais.

IB - E no verão? O que não pode faltar na bolsa de praia das pessoas?

AB - Maxilenços que viram túnicas e ótimas saídas de praia

IB - Atualmente, o que te inspira?

AB - No momento, o último desfile do Alexander McQueen.

IB - O que você gosta de fazer nas horas off?

AB - Andar pelas ruas, ver as vitrines, descobrir peças e lojas interessantes e ver as pessoas consumindo.

IB - Do que mais sente falta no Rio?

AB - Dos amigos e das paisagens. O Rio é lindo e São Paulo não é.

Por: equipe Ipanema.blog

1 Comentário


16 de novembro de 2009

Nos bastidores de Isabel Wilker

Tags: , , , , , , ,

bel3

Foto: Gabriel Mendes

O sobrenome é de peso, mas isso não parece intimidar Isabel Wilker. Pelo contrário. Modelo, atriz e apresentadora, ela diz que herdou a curiosidade dos pais, José Wilker e Mônica Torres, e se desdobra em mil e uma atividades. Além de estar à frente do programa Bastidores, do Multishow, Isabel se prepara para lançar um livro de poemas, participou do longa “Carioca”, junto ao seu pai, estuda para tentar mestrado em Letras, faz aulas de canto (para uma peça que quer montar em 2010) e ainda tem tempo para fazer colagens e fotografias (dois hobbies).

IB - Como foi a transição de atriz para apresentadora? A relação com a câmera muda?

IW - Eu trabalhei pouco como atriz antes de ser apresentadora. Passei um tempo estudando teatro, participei de curtas, e logo quando fiz meu primeiro trabalho como atriz na TV - em Ciranda de Pedra - fui aprovada pro programa Bastidores. Então passei a fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

A relação com a câmera é totalmente diferente! Apresentando, falo não só com a câmera, mas com todas as pessoas que estão assistindo ao programa em casa. É como se eu falasse com as pessoas através da câmera, tenho que pensar nisso sempre e interagir constantemente. Já o trabalho de atriz cria um jogo diferente, porque a câmera é como se fosse um olhar indiscreto, temos que fingir que ela não existe e não há a mesma interação direta com o público que está assistindo.

Bastidores

Entrevistando o ator Marcelo Vale na Jordânia

IB -  Você sente mais prazer em um dos dois?

IW - Arriscaria dizer que gosto mais de atuar, mas quando apresento também atuo de certa forma. Precisei encontrar uma espécie de personagem que combina com o programa e que é diferente de mim. Então acaba que vivo sempre um pouco dos dois universos.

IB - E o início de carreira como filha de famosos? Ajudou, atrapalhou?

IW - Não posso dizer que atrapalhou. Mas acho essa relação um pouco complicada. Como eu já conhecia bem o meio, atores, diretores, produtores de elenco, começar a trabalhar não foi difícil. Já sabia por quem procurar, sabia como funcionava o mercado de trabalho.

Por outro lado, sempre tive medo de fracassar, de me expor de maneira negativa, de ser criticada. Sempre tive medo de decepcionar as pessoas e a mim mesma por causa das referências familiares. Aos poucos minha percepção foi se transformando e fui ganhando mais confiança.

img_7811

IB -Quando decidiu que também queria ser atriz?

IW - Sempre quis ser atriz, desde pequena quando comecei a entender o trabalho que meus pais faziam.  Passei a infância percorrendo os bastidores, sets de filmagens, coxias de teatro, estúdios de novela… Esse mundo sempre me fascinou.

IB - Aliás, o quanto a arte faz parte do seu dia-a-dia?

IW - A arte faz parte da minha vida. Eu leio o tempo todo, escrevo muito, faço colagens. A criação, mesmo que eu não esteja trabalhando em algo específico, sempre ronda minha cabeça. Herdei a curiosidade dos meus pais, gosto de saber o que está acontecendo no mundo, o que outros artistas estão fazendo. Sempre que posso viajo, visito museus, procuro novidades.

IB - E sobre ser modelo? O quanto a profissão e a moda fazem parte do seu dia-a-dia?

IW - Sou consumidora ávida de revistas de moda, muitas imagens me inspiram. Praticamente todo o material que uso nas minhas colagens vem de revistas de moda. Não sei direito explicar o que tanto me fascina, acho que essa troca de intenções entre fotógrafo e modelo cria um efeito muito interessante, e não só dentro do contexto da moda.

Eu sempre gostei de fotografar, mais do que de desfilar. Mas fui me afastando da profissão de modelo porque me interessei por outras coisas, encontrei outros meios de me expressar de maneira mais profunda, completa. Gosto de me arrumar, de comprar roupas e nesse sentido a moda faz parte do meu dia a dia. Trabalhando como modelo aprendi a escolher melhor o que me veste bem, conheci as marcas e os estilistas.

IB - Além dos Bastidores, quais são seus projetos atuais?

IW - Estou as voltas com um projeto de publicar um livro de poemas e colagens. Comecei o livro durante o último período da faculdade de Letras e entreguei o projeto como minha monografia. Ainda preciso escrever mais poemas, enfim, acabar o livro mesmo.

Estou estudando para o mestrado, também em Letras, e recentemente comecei a fazer aulas de canto por conta de um musical que estamos tentando montar no começo do ano que vem.  E continuo fazendo testes pra cinema e TV. E ano que vem ainda tem mais Bastidores no Multishow!

IB - Você pode falar sobre seu papel no filme Carioca? Como entrou no projeto?

IW - Entrei no projeto porque o Julio Secchin, diretor do filme, queria que meu pai fizesse uma participação. Fiz a ponte entre os dois e pedi uma pontinha no filme!

IB - O que você mais gosta de fazer nas horas vagas aqui no Rio?

IW - Ler, escrever, ir ao cinema, ouvir música, passear pela cidade.

IB - Como você se apresentaria para alguém que não te conhece?

IW - hahaha…Nunca sei… Mas acho que algo perto de: Oi, sou a Bel, tudo bem?

Por: equipe Ipanema.blog

Sem comentários


06 de novembro de 2009

Sharon Battat - Made in NY

Tags: , , , , , , ,

A história começa assim: Muitos dos seus amigos já haviam visitado o Brasil e falado para ela que NY não seria ninguém depois que conhecesse o Rio de Janeiro. Compromissos pra lá e pra cá, até que, em um restaurante cubano da cidade americana, ela e o grupo de amigos decidiram passar férias no Rio. E o que os amigos previam aconteceu. Hoje, já fazem três anos que a produtora Sharon Battat mora na cidade.

Por aqui, além de ter um vira-lata de estimação, Sharon está à frente do seu escritório Litmedia (com sede em NY), recentemente fez a curadoria da expo Spirit of Brazil e organizou a festa da Calvin Klein, que rolou, em outubro, no Fasano, para apresentar a nova coleção de lingerie e jeans da grife. Aqui, com o português temperado com seu sotaque gringo, ela fala sobre  moda, arte, estilo e, é claro, Rio de Janeiro.

sharon1

IB - Você está no Brasil há cerca de três anos.  Como começou a sua relação com o país e por que decidiu morar aqui?

SB - Sempre tive vontade de conhecer o Brasil, e por um motivo ou outro não consegui vir. Tinha amigos de NY que voltaram a morar no país e sempre me ligavam falando que eu tinha que vir, pois nunca mais iria querer voltar para NY. Finalmente um dia eu estava com amigos em NY, no frio do inverno, com neve ate o joelho, e falei “de maluca”: vamos tirar férias no Brasil! Não pensamos nem um minuto e logo um de nós estava ligando para reservar passagens.

Quando cheguei aqui achei o lugar mais lindo que já havia visto (e não é fácil me impressionar, pois já viajei muito pelo mundo). Não existe lugar mais bonito do que o Rio. Adoro o pôr do sol da praia em Ipanema e como as luzes do Vidigal parecem estrelas na montanha. Voltei a NY e fiquei com uma saudade absurda do Brasil. Foi quando decidi abrir a Litmdeia aqui também.

IB - Quais as diferenças entre a moda no Rio e em NY, que você percebe?

SB - O Rio é uma cidade muito cosmopolita. Tem gente do mundo inteiro aqui e a moda brasileira e internacional se seguem. Mas tem diferença no personal style do carioca. Cariocas são mais naturais, mas acho que sempre tem essa diferenca quando as pessoas moram perto da praia. NY não dá para definir. Tem tantas pessoas diferentes.

IB - Você está por trás do Spirit of Brazil… Como você define o espírito do brasileiro?

SB - Foi um projeto que fez muito sentido. Eu adoro o Brasil e trabalho com fotografia. Foi uma curadaria muito divertida e algo muito natural. O espírito brasileiro para mim é livre e feliz.

IB - E entre os artistas brasileiros (seja na moda, artes plásticas, música etc.)?  Quem você curte?

SB - Acho que tem muitos artistas muito talentosos no Brasil. Existe muita criatividade. Adoro o trabalho do Smael, Gais, Braga, Piá, Leo Uzai, João Lelo, Mate Lelo, Ment, Antonio Bokel, Ricky Castro, Flavio Samelo, Angelina Camelo. SP tem muitas galerias mais alterantivas e agora tem o Cartel 011 e Matilla Cultural que estão fazendo coisas bem legais. Música realmente conheço mais a antiga. Não conheço muitas bandas novas, mas acho que vale à pena prestar atenção no trabalho do Pedro Kakowicz.

IB - O que mais gosta de fazer para se divertir por aqui?

SB - As coisas que eu mais gosto no Rio realmente são a praia e a Lagoa. Mas acho que deveria ter um tipo de boate na praia ou nos quiosques da Lagoa, como tem em Ibiza. Imaginei que cidade teria muito disso e não tem nem um. Gosto muito do Baile de Charme, que rola no Viaduto de Madureira e do GIG.

sharon

IB - Quem você vê como um ícone da moda brasileira?

SB - Daniel Ueda. Ele entende muito de moda. É capaz de fazer 10 desfiles em um dia e cada um ser diferente um do outro. Outra pessoa que, sem dúvida, é um ícone da moda brasileira é o Giovanni Bianco, e nem preciso falar o por quê.

IB - Além do Spirit of Brazil, quais são seus projetos atuais?

SB -  Fizemos o evento da Calvin Klein Jeans na Piscina do Fasano. O Felipe Veloso fez o styling e a Erika Monterio a beleza. Acabei de fazer a curadoria para duas exposições que rolarão ano que vem. A Litmedia está começando a abrir outras portas, fazendo consultoria para marcas e experimentando representar no Brasil alguns fotógrafos de fora como o Vincent Peters e Sacha T.

IB - Tem projetos específicos para o Brasil em vista?

SB - Acabei de fazer a curadoria para uma exposição do Keith Haring, que acontecerá ano que vem, para marcar os 20 anos de sua morte. Queria fazer algo que celebrasse a vida e o trabalho dele e ao mesmo tempo integrasse a questão da prevenção do HIV, com alguns parceiros legais e palestras de amigos do Keith. Estou bem empolgada com esse projeto.

IB - Se pudesse levar um pedacinho do Rio para NY qual seria?

SB - Com certeza seria a praia, água de coco, minha vira-lata e meu periquito, que veio de Niterói!

Por: equipe Ipanema.blog

2 Comentários



Mais Ipanema

Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.


Pesquisar por:

Tags

Arquivos

Links

RSS

Assine nosso RSS
 

Sobre este Blog

voltar ao topo

Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.

  • Ipanema
  • instituto-e