01 de setembro de 2009
Tags: agenda, Brasil, Brazilian Soul, cultura, estilo, lifestyle, Literatura, moda, Oskar Metsavaht

O livro DNA Brasil - Tendências e conceitos emergentes das 5 regiões do Brasil, de Patrícia Dalpra em um projeto do Senai Cetiq, é fruto de um estudo feito para se contar o que faz o país e seu povo tão singulares. A idéia é mostrar o quanto o Brasil é fonte de inspiração e suas características típicas o fazem, além de autor, um motor gerador de tendência. O objetivo é oferecer, principalmente para o campo de Design, Moda e Comunicação, referência para criação, produção e comercialização de produtos que valorizem as características culturais e o talento brasileiros.
A orelha da publicação é assinada por Oskar Metsavaht, onde ele diz:
“Num momento em que o estilo de vida brasileiro ganha cada vez mais espaço em todo o mundo virando sinônimo de alegria, despojamento e contato com a natureza, a iniciativa do SENAI/CETIQT em identificar o DNA do país serve não só como importante balão de ensaio criativo como também fonte fundamental para uma transformação econômica. Se o American Way of Life foi a chave para o fortalecimento da economia norte-americana no século XX, o DNA brasileiro encaminha-se para guiar o crescimento da sua economia no mundo nas próximas décadas”.
Noite de autógrafos do livro DNA Brasil
Local: Livraria da Travessa Ipanema
Dia 02 de setembro, quarta-feira
Horário: 19:00h
Por: equipe Ipanema.blog
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20 de agosto de 2009
Tags: Dias Gomes, Literatura, Mayra Dias Gomes, perfil

** Imagem de Jorge Bispo para a Revista Playboy ago/09
Quem vê a menina cheia de tatuagens e look rock´n roll caminhando pelo Rio de Janeiro, pensa que se trata de um membro de alguma banda ou alguém do cenário… Não é de todo errado. Mas, filha de um dos principais nomes da literatura brasileira, a carioca Mayra Dias Gomes traz nos seus 21 anos, além de três anos trabalhando como repórter musical , dois livros lançados, sendo um lançado recentemente e outro prestes a ser adaptado ao cinema. Atualmente, ela trabalhar no seu terceiro livro e se prepara para passar uma temporada em Los Angeles. “Não consigo ficar muito tempo em lugar algum. Me canso rápido.”
Após digerir as críticas ao primeiro livro, “Fugalaça”, Mayra vê seu novo livro, “Mil e uma noites de silêncio”, como resultado da saída do mundo adolescente. “Escrevi meu primeiro livro aos 17 anos. Foi um ‘vômito literário’. A maneira que encontrei de tentar me compreender através da lógica aparente proporcionada pelo papel. Já no segundo, me sentia mais adulta… Pronta para trabalhar em uma trama que não tocasse somente os jovens. O universo que abordo no novo livro não é adolescente”, conta.

O amadurecimento relatado por ela seguiu a ordem natural do tempo, mas também teve também um empurrãozinho da turbulência à sua obra de estréia, que tinha doses de autobiografia, ou “autoficção”, como ela prefere chamar. “Ainda era uma menina bastante ingênua e despreparada para as críticas que estavam prestes a vir. Passei por momentos bastante difíceis com todo o julgamento que o livro gerou e que, de fato, me expôs pra caramba.”
Entre as críticas, claro, estavam as comparações entre os trabalhos de pai e filha. Apesar disso, Mayra acredita que, se Dias Gomes estivesse vivo, respeitaria o seu estilo. “Ele sempre foi um rebelde. Lutou a vida inteira pela liberdade de expressão. Sua grande luta de vida foi contra a censura, por isso sei que me respeitaria”, diz.
Independente de comparações, quem acompanha as mídias online, revistas e televisão já sabe que Mayra tem nome próprio. E seu trabalho já não se resume ao Brasil. “Há três anos atuo como repórter musical (com uma coluna quinzenal na Folha de São Paulo e como correspondente do site da revista americana Spin). Nos últimos anos tenho feito cobertura de diversos shows e festivais. Já conheci um monte dos meus ídolos e sinto-me muito abençoada. No futuro, planejo escrever um livro sobre isso.”
Sobre o terceiro livro, a escritora diz que já está sendo escrito, mas ainda não sabe adiantar o tema. “Nunca sei do que meus livros se tratam até ficarem prontos. É como se eu escrevesse o que os personagens me mandam escrever, como se não tivesse controle sobre as palavras. Mas posso adiantar que será de terror”.
** A imagem não pode ser reproduzida ou copiada sem autorização prévia do autor.
Por: equipe Ipanema.blog
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