Amanhã, o pátio do 00 abre para receber o Morfina, que volta pós temporada de férias, em edição especial com participação do Nosaj Thing (LA), junto às imagens da Julia Tsao. Quem finaliza a noite são os DJs Nado Leal, cosmic act de Ivan LP e Rodrigo Miravalles, e Gustavo MM.
Amanhã o grupo Rabotnik recebe os cantores Marcelo Camelo e Leo Monteiro, em apresentação na Pista 3 (Botafogo). O encontro musical acontece a partir das 23h30.
Eles se inspiraram no projeto Les Rythmes Digitales, do Stuart Price (produtor da Madonna), para criar uma party no Rio onde poderiam ouvir sons diferentes. Daí surgiu osritmosdigitais. Foram necessárias apenas três edições da festa para o trio Millos, Yugo e Salim receberem convites e levarem seu som à outros lugares. E quem frequenta a noite do Rio sabe… Os meninos estão bombando atualmente.
IB - Como é tocar ao vivo dividindo o espaço com mais duas pessoas?
Millos - É divertido, mas também um desafio. Temos preferências musicais diferentes, mas ao mesmo tempo complementares. Acho que o nosso trunfo é esse. Preferimos dividir o tempo que temos para se apresentar em três. Mas quando tocamos ao mesmo tempo, tentamos ficar de olho no que o outro está tocando, para fazer com que o set todo conte uma história.
Yugo - Juntos, fazemos algo como um “back to back to back”. É legal porque é como uma reunião de amigos, onde cada um coloca uma música depois da que o outro colocou e isso se completa de uma maneira incrível. E não sou eu quem diz isso apenas, muita gente diz isso pra gente. Esse é o espírito, simples mesmo.
IB - Muitos DJs têm surgido no Rio. Vocês acham que o carioca está mais ligado na qualidade da música que ouvem do que o lugar que freqüentam?
Millos - Não sei ainda se as pessoas saem pela qualidade da música ou por quem está no line up. Acho que o hype em torno de cada festa ainda conta muito mais que isso. Claro que há exceções. Não é a toa que nós temos tocados bastante por aí. Mas acho que a maoria das pessoas ainda vai pra pista para reconhecer, e não conhecer, música.
IB - Como é o processo de criação de vocês?
Salim - Ainda não produzimos música. De qualquer forma, diariamente trocamos música igual criança com figurinha. A pesquisa musical é intensa e de todos os lados. Acho super bacana colocar para outras pessoas um pouco do que trocamos. Por sinal, sou o único de nós que gosta da idéia de fazermos “back to back to back”. O processo é completamente diferente de quando faço um set sozinho.
IB - Quem vocês destacariam do cenário do Rio?
Millos - Eu curto DJs que seguem uma linha mais autoral, com mais pesquisa musical, mas que ainda assim tocam músicas empolgantes. O DJs da Moo (Diogo Reis e Eduardo Cristoph) e da Combo (Badenov e Gustavo MM) são bons exemplos.
Yugo - Pessoalmente, também gosto bastante do Nepal e, da molecada nova como a gente, destaco o Bernardo Campos e o André Câmara (Sugar Rush). Curto também a proposta do The Twelves, principalmente como produtores, porque tem uma assinatura.
Salim - Acho que vale a pena destacar também o pessoal da produção das festas. A Loulou Chavarry, o pessoal da Moo e o Hugo (Yugo) em parceria com o André Câmara são os que trazem no mínimo um frescor musical para a noite no Rio. O povo da Calzone também manda super bem, mas anda sumido. A Dancing Cheetah também, feita por três deles, é igualmente bacana e esporádica.
IB - Quais os projetos de vocês pra este ano?
Millos - Queremos fazer mais edições da “Os Ritmos Digitais convidam”, sempre com um convidado bacana. Tem também o nosso site novo, que deve estar no ar muito em breve e queremos lançar material próprio, como re-edits e remixes.
Salim - A idéia é criarmos uma cultura músical e representatividade cultural. É para todos ganharem com isso. Aos poucos vão surgindo as outras novidades e nesse meio tempo provavelmente também as produções próprias. Mas tudo em seu tempo, sem trocar os pés pelas mãos.
A performance da vez fica por conta do Chelpa Ferro, trio formado pelos artistas plásticos Luiz Zerbini, Barrão e Sergio Mekler, que tem o trabalho marcado pela interação entre música e objetos de arte.
Pra quem quiser se programar, a segunda temporada do Morfina já tem line up formado: Rabotnik, em 29 de março, Momo, 05 de abril e Nana Nina (de Nina Becker), no dia 12.
Hoje acontece o coquetel de abertura do Rio Music Conference, um dos principais eventos para quem gosta de música eletrônica e quer um opção para o burburinho do carnaval.
O get together rola a partir das 19h no Fashion Mall e será uma prévia da RMC, que acontece de amanhã até a próxima terça-feira, na Marina Glória.
Nos dois primeiros dias, acontece a The Conference, com palestras e workshops com temas relacionados ao mundo digital.
A partir de sexta começa o mood party, com djs como os cariocas do Felguk e Mary Olivetti e os gringos Loco Dice (Tunísia / Alemanha) e Luciano (Chile / Suiça).
No domingo, além da dupla gringa Luciano e Loco Dice, o Brasil ganha destaque com os djs Mauricio Lopes, Renato Ratier, RenatoWeiss e Vj Comparsas.
Para ver a programação completa, acesse o site do evento.
Se tem um assunto presente entre os cariocas mais antenados e aficcionados no mundinho virtual é a premiação da revista DJ MAG Best Brasil 2010, que elege o melhor da noite no país inteiro.
Como não podia deixar de ser, o Rio está em peso nas principais categorias. Por isso, listamos aqui os preferidos do Ipanema Blog, sejam eles cariocas de sangue ou de espírito, afinal, viver o life style da cidade é o que importa.
Diogo Reis
DJ conhecido por tocar em uma das principais festas do Rio, a Moo. Além disso, o DJ já passou pelas pickups da trupe hypada do Os Ritmos Digitais, que também está na premiação.
Pupilo assumido do João Brasil que, apesar de não ser do Rio (o dj de ?? anos é de Vitória), tem um público ligado no seu trabalho por aqui. Recentemente, ele tocou na festa New Laje, mostrando por quê o já conceituado João Brasil se interessou pelo seu trabalho.
Duo que está dando o que falar no mundo inteiro. Inclusive, fecharam com o selo de Londres Eye Industries para lançar seu primeiro álbum. Por aqui, eles se preparam para tocar na party Ice Cream, que rola no Cinemathéque, no próximo dia 20.
Projeto do trio power Millos, Yugo e Salim que tem agitado as noites do Rio com seu som mixed. Como assim? Estilos como retrô, disco, pop, electro, hip hop, mashup, maximal e dance e misturam na party. É para ir com a mente aberta e vontade de se divetir.
Ela está concorrendo na categoria promotes, mas quem conhece a LouLou sabe que seu empenho em fazer em boa party é interminável. A prova mais recente foi a festa Shout!, que conferimos de perto e mostramos o resultado para vocês aqui.
Hotspot inegável do Rio de Janeiro. Parties bacanas começaram lá e só cresceram entre os cariocas. Quem gosta de curtir a noite, sabe que lá sempre tem um burburinho bacana. É para entrar e saber que a noite está feita.
Blog da galera do GemaTV escrito pelo querido Fabiano Moreira. Quer saber o que de legal acontece por no Rio, sempre com uma pitada de humor? Passa lá! Diversão e informação garantidos, além de promos super bacanas para quem gosta de colocar a criatividade em prática.
O trio japonês KATHYé daqueles que merece ser conhecido por conseguir mixar conceito, arte e música de um jeito nada convencional e com resultado super bacana. As meninas tem suas identidades desconhecidas e o pouco que se sabe é que elas se conheceram na Contemporary dance company do Japão.
Ainda não conhece oStop Play Moon? Miss Kittin e The Whitest Boy Alive já! E se você é daqueles que curtem música de qualidade, também deveria…
Em janeiro, o trio brasileiro finaliza o novo álbum e se prepara para a tour. Antes, um bate-papo rápido com a trupe conhecida pelo som apurado e senso fashion nos palcos.
IB - Como surgiu a banda?
SPM - O Paulo tinha um projeto chamado Motel e nos chamou um dia para vermos se rolava uma integração e foi o que aconteceu. Logo surgiu o Stop Play Moon.
IB - O quanto a moda influencia na música e na apresentação ao vivo de vocês?
SPM - Há uma preocupação em relação aos figurinos nos shows, todos gostamos disso, mas na hora de compor a parada é outra.
IB - Quais são as influências de vocês? Seja música, artes plásticas etc.
SPM - Tudo que envolva amor e um pouco de bom gosto.
IB - Qual foi a apresentação mais marcante pra banda?
SPM – Foi no Le Baron, em Paris. Tocamos lá em junho de 2008.
IB – Já tem data para o lançamento do cd?
SPM - Sim, fica pronto no final de janeiro de 2010, está sendo produzido pelo Plinio Profeta. No último dia 13 fizemos nosso ultimo show pré cd abrindo para o The Whitest Boy Alive, no Studio SP.
Estamos tirando uma mini férias para começar a produção do álbum e ensaios para o show de lançamento / tour 2010.
FYI
Quem é Stop Play Moon: Geanine (ex modelo), Paulo e Ricardo Onde já tocou: Em Paris, Londres e Brasil. Com quemjá tocou: Abriu os shows da Miss Kittin e, recentemente, do trio gringo, The Whitest Boy Alive, aqui no Brasil.
Poderia ser mais uma história de alguém que ficou conhecido na web e não demorou muito para desaparecer das nossas vistas. Mas não parece ser o caso. Conhecido no meio musical como o “pupilo de João Brasil“, André Paste vem ganhando o público e as pistas com seus mashups irreverentes, que já receberam elogios de todo o Brasil.
Quem é ligado na web viu o burburinho que rolou esta semana, após a confirmação da vinda do menino de apenas 18 anos ao Rio (Ele mora no Espírito Santo) para tocar na NewLaje (organizada pelo Projeto Seis), no dia 09 de janeiro. Antes, batemos um papo bacana com o DJ sobre música, artes e a expectativa de abrir 2010 tocando para o público carioca.
IB - Como começou sua relação com a música?
AP - Há uns 3 anos atrás, pra passar meu tempo livre, resolvi fazer um curso de produção de musica eletrônica, sem muita pretensão de realmente começar a produzir, até que eu ouvi o Big Forbidden Dance do João Brasil vi que era isso que eu queria fazer. Daí comecei a fazer meus mash ups de brincadeira.
IB - E com o João Brasil?
AP - Sempre fui fã do João, ele é um desses caras que não faz nada meia boca, só coisa muito genial, desde suas musicas do “8 Hits” até todos seus mashups, mas só fui ter contato com ele mesmo quando comecei a fazer os meus também.
Então adicionei o João no myspace e pedi a opinião dele sobre o que tinha feito, sem esperança de ser respondido, e ele veio cheio de dicas, coisas que eu não pensaria nunca sozinho. Aí, a gente começou a se falar por internet.
IB - Quais são suas referências na hora de fazer um mashup?
AP - A minha maior referencia é o João, o primeiro cara que eu ouvi misturando musica brasileira com gringa foi ele. E é isso que eu mais gosto de fazer. Mas também ouço muito os remixes feitos pelo Chernobyl, Gorky, Faroff e GirlTalk.
IB - Como começou a sua relação com a NewLaje e porquê topou o convite?
AP - Já tinha visto fotos da NewLaje em alguns blogs daí do Rio e achei o clima da festa muito legal. Por isso, quando abri meu e-mail e vi que tinha o convite pra tocar nela abri um sorriso de orelha a orelha e topei na hora.
IB - Qual sua expectativa em tocar no Rio? Já veio à cidade antes?
AP - Adoro o Rio, acho que vai ser tudo muito legal, já toquei no Cinemateque em um projeto aqui do ES que levou uns 40 artistas locais pra tocar no Rio, Sampa e Curitiba.
IB - O que você espera sentir do público carioca?
AP - Eu acho que o carioca é o publico mais bem humorado do Brasil, e é isso que eu espero. Muito bom humor, deixar os preconceitos de lado e quebrar tudo ao som do que for.
Segunda-feira é sempre dia de um pouco de preguiça, por isso, para dar um up no ânimo de quem ainda está no clima “domingo”, pedimos para um pessoal descolado dizer quais músicas acham que vão estar no repeat dos ipods cariocas!
Tem pra todos os gostos e climas… É só escolher o seu e já procurar para ouvir nos canais online!
Mayana Moura - Vocalista do Glass and Glue
- Sweet Dreams da Annie Lenox na versão do Marilyn Manson
Uma parceria entre a Grendene/Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro.
A adoção do Parque Garota de Ipanema é a primeira ação deste projeto.
Aqui você acompanha o que acontece.
Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre a Grendene/Ipanema e o Instituto e com objetivo
de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque
às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando
a originalidade do seu lifestyle.