Posts com a tag perfil
16 de setembro de 2010
Tags: Bootie Rio, eric kleptone, festa, Ipanema party tips, Lúcio K, perfil
Hoje é a vez do “ladrão de música” Eric Kleptone entrevistar a outra atração da Bootie Rio, Lúcio K. Num clima descontraído, o bate-papo mostra o clima da party que rola amanhã, na Fosfobox. Pra aquecer, além da entrevista, rola promo! Os cinco primeiros a responderem de onde Eric Kleptone “roubou seu nome”, levam um vip, cada, para a party. As respostas devem ser enviadas pelo espaço de comentários deste post e os vencedores serão divulgados em update, aqui no blog. Ready?

Os vencedores são:
Susana Amaral 14:17
Alexandre Stockler 14:18
Taís Madeira 14:39
Raisa Nobre 14:46
Thamine Rezende 14:46
Seus nomes estarão na lista da festa! Vale lembrar que apenas maiores de 18 anos tem entrada permitida.
Vejam o que os esperam:
EK - Sua performance ao vivo é muito importante para você neste momento - Você veio de background é mais ligado à carreira de DJ ou de um músico mais tradicional?
LK - Eu venho de um background DJ autodidata. A parte técnica sempre foi muito importante, além do resultado musical.
EK - De todos os seus mashups, você pode escolher um que é o seu favorito?
LK - É difícil dizer apenas um, mas talvez o “sandman jamming” seja a minha favorita porque foi feito com dois ritmos muito diferentes, mas meu resultado preferido é quando faço live mashup, por poder improvisar, que é mais divertido!
EK - Você acha que a cena mashup está crescendo de forma diferente no Brasil em relação a outros países?
LK - Sim. Sim. Eu penso que há dois fatores que causam isso: a cultura mashup, como a cultura de DJs, chegou aqui com atraso e em um contexto muito diferente, principalmente tecnológicos. A outra coisa é a maneira brasileira de se adaptar as coisas, não copiar exatamente.
Por: equipe Ipanema.blog
12 Comentários
08 de setembro de 2010
Tags: Bootie Rio, Lúcio K, perfil, The Kleptones
Como falamos, no dia 17 rola edição da Bootie Rio e para mudar um pouquinho nosso ritmo de entrevista, hoje o DJ Lucio K entrevista o Kleptones - ambos atrações da party. Deem uma olhada no resultado.

LK - Você faz a fazer mashups vivo ou um DJ set no Rio Bootie? Pode nos dizer mais sobre as técnicas que usará para mostrar a marca registrada do Kleptones?
Kleptones - Na Bootie Rio será um DJ set, para que eu possa misturar mais do que apenas dois decks. Muitas das músicas são tocadas estilo DJ, simplesmente porque é difícil para mim conseguir a mesma mistura de som de cada música ao vivo, mas farei edições e adicionarei outras coisas.
Também tentarei alguns bits novos, totalmente ao vivo, para ver como o público reage! Sobre o nosso estilo… Acho o som bastante original, principalmente por causa do meu gosto musical - eu não posso usar coisas que eu realmente não gosto - que nos separa fora de um monte de outros produtores! Alguém disse em um artigo que fazer “mashups para as pessoas que não gostam de mashups”, que foi interessante!
LK - Você acha que agora é importante os DJs mostrarem o seu trabalho também explorando os recursos visuais, com um VJ? E por quê?
Kleptones - Eu não acho que é importante, mas é algo que sempre quis fazer - a maioria dos clubes têm a possibilidade de mostrar o vídeo, então parece insensato não aproveitar isso - estilisticamente, é uma extensão do que nós criamos com o audio - Eu sempre quis trabalhar nossos álbuns como filmes ou livros, que serão potencialmente envolvente quanto possível - usando vídeo ao vivo é mais um passo no sentido de que queremos que a multidão seja capaz de mergulhar totalmente no nosso mundo. Infelizmente não podemos trazer o show completo para o Rio, dessa vez, mas espero fazê-lo em breve!
LK - Você acha que a cena mashup irá acabar ou há a possibilidades de evoluir? Se sim, de que forma?
Kleptones - A cena mashup existia muito antes das pessoas começarem a chamá-la mashups - antes disso, em poucas palavras, ers visto como colagem de áudio. A tecnologia tem simplificado o trabalho exigido e fez as ferramentas muito mais baratas.
Os mashups são o resultado dessa aceleração, mas é uma forma de arte e, portanto, em constante evolução. Enquanto existem produtores criativos, e uma platéia sem preconceitos, ele vai continuar a evoluir, mas o nome pode mudar!
LK - Qual é a sua principal influência? Há algum DJ ou produtor que você está sempre prestando atenção como referência?
Kleptones - Nenhum único DJ ou produtor, apesar de eu ter uma centena de favoritos - A principal influência para mim é sempre a fonte de material que eu uso - é o que me inspira a querer fazer um remix!
Click in “mais” for english version
(mais…)
Por: equipe Ipanema.blog
3 Comentários
13 de agosto de 2010
Tags: Bootie Rio, Ipanema party tips, perfil

Hoje rola a Bootie Rio, no clima sexta-feira 13, na Fosfobox. Já conhecida por trazer DJs de todo o mundo, desta vez o destaque é o austríaco Schmolli, que aproveitou e bateu um papo com o Ipanema Blog.
IB - Quando você percebeu que o heavy metal e pop poderiam ser “felizes” em uma música?
Schmolli - Eu sou músico, então quando olho para a estrutura de uma música pop ou de metal, encontro semelhanças. Não separo as músicas por gêneros.
IB - Você vê a cena mashup como uma forma de mostrar novos artistas (ou artistas desconhecidos) para um público que não teria a chance de conhecê-los por conta própria?
Schmolli - Sim, definitivamente. Às vezes, o artista mesmo incentiva os produtores a fazerem remixes ou mashups, colocando suas músicas (vozes, instrumentos, etc). online. Então, de vez em quando algumas dessas bandas ainda me enviam emails com seus trabalhos para que eu faça mashups. Não me importo se a banda é conhecida ou não, desde que a música seja boa.
IB - Quando você pensa em Rio de Janeiro, você pensa … (?)
Schmolli - … Pão de Açúcar, Cristo, Ipanema e as mulheres bonitas. Realmente gostei do que vi hoje cedo, andando por aí. Espero que eu possa ver um pouco mais nos próximos dias.
IB - Você conhece alguma banda ou artista brasileiro? Se assim for, mashup que você gostaria de fazer?
Schmolli - Eu só conheço bandas como Sepultura (mais o seu lado bandas / projectos) e mais alguns outros que eu não lembro seus nomes agora. Principalmente coisas dos anos 80/90.
Por: equipe Ipanema.blog
Sem comentários
13 de julho de 2010
Tags: Bootie Rio, perfil
Chernobyl é um nome comum para quem é fã de músicas com influências cariocas. Uma das atrações da terceira Bootie Rio, que rola na próxima sexta, o artista de Porto Alegre participou da valorização local, produzindo bandas e artistas como Bonde do Rolê e Edu K. Prestes a chegar ao Rio para se apresentar, ele conta para o Ipanema Blog um pouco da carreira e do que o atrai tanto aqui no Rio de Janeiro.

IB - O que te atrai na cidade?
Chernobyl - O que mais me atrai no Rio de Janeiro é a música. O samba verdadeiro é arrepiante. O baile funk é a música eletrônica inventada no Rio que contagia o mundo inteiro com uma característica muito própria. Acompanho a cena desde o começo dos anos 90, crio minhas músicas ha mais de 15 anos com muita influência carioca. Misturo o baile funk com vários outros tipos de sons, como rock, electro, rap, house, b-more e percorro o mundo passando essa mensagem sonora. Tenho muitos amigos no Rio e adoro o clima de praia com urbano, o que torna o Rio de Janeiro a cidade mais bonita do mundo.
IB - Que diferença você percebe entre os públicos de Sampa e do Rio?
Chernobyl - Depende muito do club que você vai tocar. Mas gosto muito das duas cidades. Cada uma do seu jeito. Felizmente tenho ótimas reações de público nas duas. Pra tocar, me sinto mais em casa do que em Porto Alegre, que é de onde venho. Rio e SP valorizam mais a criatividade, sem dúvida.
IB - No geral, que DJ você acha que todo mundo deveria conhecer?
Chernobyl - Tem muita gente boa,gente com personalidade, DJs que não são apenas seguidores de tendência…Mas, atualmente, gosto muito do Brodinski.
IB - O que o público pode esperar da sua participação na Bootie?
Chernobyl - Diversão e acabação. Vou tocar muita coisa louca, boa pra se jogar, com muita pegada funk, fritação de eletrônico e peso de rock. Há sempre um toque de bom humor quando se faz mash up…Acho que a Bootie vai ser incrível. Tô preparando músicas especialmente pra festa.
Por: equipe Ipanema.blog
1 Comentário
07 de julho de 2010
Tags: Bootie Rio, João Brasil, perfil
Ele é referência nos mashups em todo mundo, após aprender o corte e colagem musical na Berklee College of Music. Com projeto de lançar um EP, agora no segundo semestre, João Brasil também se prepara para vir ao Rio como atração principal da terceira edição da Bootie. Entre estudos e projetos, João parou um pouquinho para conversar com o Ipanema Blog, sobre mashups, Bootie Rio e afins. E para quem pensa que a vida do João se limita às festas, ele já surpreende. “Trabalho o dia inteiro…”.

IB - Como surgiu a idéia de misturar músicas transformando em uma nova?
JB - Aprendi a fazer colagens sonoras, bem clássicas, na minha faculdade de música, na Berklee College of Music. Depois a pedidos dos jornalistas e amigos Bruno Natal e Alexandre Matias fiz meu primeiro mashup pop. Depois de ouvir o Girl Talk, minha percepção mudou e comecei a misturar tudo com tudo o tempo todo.
IB - Quem você destaca da cena musical, atualmente?
JB - Que pergunta difícil hein? Tem tanta gente! De mashups ou em geral? Na cena de mashups, o meu preferido, no Brasil, é o André Paste. No mundo, para mim, uma das mentes mais interessantes é a do Diplo. Gosto muito das produções do DJ Chernobyl também.
IB - Como você se sentiu quando soube que a Bootie chegaria ao Brasil, oficializando o nosso interesse nos mashups?
JB - Acho maravilhoso. Uma festa com tamanho prestígio no mundo, já tava na hora. Sou a favor da pluralidade festiva.
IB - Aproveitando.. O que podemos esperar de você na Bootie?
JB - Vou fazer meu set inspirado no meu projeto 365 mashups, vai ser uma mashupada só.
IB - Sobre você…Em Londres do que você sente falta do Brasil e no Brasil do que você sente falta de Londres?
JB - Em Londres, sinto falta do calor do público brasileiro e no Brasil não sinto falta dos pedidos na cabine de DJ.
IB - E projetos em andamento? Tem novidades a caminho?
JB - Vou lançar um EP no segundo semestre, só com músicas de minha autoria, pela gravadora alemã “Man Recordings”. ;D
Por: equipe Ipanema.blog
3 Comentários
10 de junho de 2010
Tags: Bootie Rio, perfil
Ele surgiu para a gente como um dos DJs + “showmen” bem humorados do Bonde do Rolê e agora, cada vez mais, se firma nas pickups, pelas noites. Uma das atrações da segunda edição da Bootie Rio, que rola amanhã na Fosfobox, o Rodrigo Gorky saiu do seu esconderijo carioca (pois, sim, ele mora no Rio) para bate-papo rápido com o Ipanema Blog, contando o que espera da party e mostrando os seus preferidos da cena local.

IB - O que veio primeiro? Bonde do Rolê ou DJ Gorky?
Gorky - DJ Gorky, desde 2002, o Bonde foi uma derivaçao do Gorky + Pedro fazendo piada.
IB - Como você se envolveu com os mashups e como conheceu a Bootie?
Gorky - Os mashups foram os meus primeiros passos para produzir musica, porque, com eles, você aprende estruturaçao, refrão etc. Já a Bootie conheci pelo Fabiano Moreira mesmo, porque na época que fazia mashup, eram mais “truques tirados da manga” na hora de tocar do que o principal…
IB - O que você acha da cena de festas carioca? Quais DJs, bandas, chamam sua atenção aqui?
Gorky - Tirando a Bootie, gosto bastante das Carol, que fazem a Clap, do pessoal da Ice Cream (Yugo e os Ritmos Digitais) e o pessoal do Seis, que sempre fazem as festas com os melhores conceitos!
IB - Quais seus projetos para este ano, além da Bootie? Veremos mais de você aqui no Rio?
Gorky - Entao, segredo aqui entre a gente? Eu moro no Rio, so que me escondo toda vez que to aqui!
IB - Qual mashup você acredita que vai surpreender a todos?
Gorky - Acho que cada um se surpreende de um jeito. Por exemplo, o meu preferido de todos os tempos é um com Pavement e Destiny’s Child, mas que se eu tocasse na pista, esvaziaria na hora!
Por: equipe Ipanema.blog
1 Comentário
20 de maio de 2010
Tags: José Camarano, Nepal, perfil, Pimp, Suzana Trajano
Ele atravessou a Ponte Rio-Niterói para se tornar um dos principais DJs do cenário carioca. À frente da Pimp, produzida pela Suzana Trajano, o DJ Nepal bateu-papo com o Ipanema Blog, contando sobre novos projetos e, é claro, música. Check it out.

IB - Como começou sua relação com a música e seu trabalho como DJ?
Nepal - Bem nas antigas, quando morava em Nikiti, em 1993/96, fazia parte de um grupo muito ligados a música. Importávamos cd’s e trocávamos pré internet/mp3. Sempre nos encontrávamos nos points da cidade para trocar idéia sobre música e andar de skate.
Desse grupo tem alguns destaques no mundo da música atual como Mc Black Alien, Mc Marechal, Mc De leve, DJ Castro e DJ David Tabalipa. Começamos a fazer festas para escoar todas aquelas músicas que ouvíamos paras outros amigos. Vinha sempre para o Rio curtir as baladas até que um dia tive a oportunidade de tocar e fui indo de uma festa para outra… Até hoje.
IB - Nos últimos meses a noite do Rio vem ganhando ainda mais destaque, com festas locais indo para São Paulo, como a Buati. O que você acha que atrai as pessoas nas festas cariocas?
Nepal - Me orgulho muito de morar numa cidade como o Rio, onde se tem um cenário tão bonito que ornamenta e inspira qualquer festa e DJ. Além da grande capacidade do carioca para festejar, o que acaba atraindo e fascinando tantos turistas, isso faz com que outras cidades também queiram participar do calendário das festas cariocas. Inclusive toco na próxima edição da Buati, 11/07, no Lions (excelente club de SP).
IB - Quem da cena local, seja DJ, produtor etc., você destaca?
Nepal - Como produtor de festas tem muitos com quem trabalho: O pessoal da MOO, Camarano&Argento (Buati), Suzana Trajano (I Love Pop e Pimp), Disalvo (Bailinho) e outros. Todos esses que sempre estão agitando o cenário carioca com idéias geniais para o publico se divertir.
Como DJ são tantos! Gosto de ouvir os sets dos meninos dos Os Ritmos Digitais (Yugo + Salim + Milos), do Tata e Gustavo MM (sempre), Mauricio Lopes (Sempre) , DJ Babão e DJ Pachu e DJ Tamempi (Representam o Rap pra mim).
IB - Além da Pimp, quais são seus projetos atuais? Algum projeto a ser lançado?
Nepal - Ando tentando me concentrar e terminar o disco do meu projeto de releitura de sons dos anos 70. Chama-se Banda Bife! Acho que consigo fazer isso até o fim do ano… Por enquanto uma palhinha de uma música que fizemos para trilha de um vídeo que tem muito a cara do Rio, “O Brasil na ginga do futebol”.
Ipanema Tip: Clique em “Mais” para assistir o vídeo.
(mais…)
Por: equipe Ipanema.blog
1 Comentário
06 de maio de 2010
Tags: Daniel Simas, gastronomia, perfil
O perfil desta semana é de dar água na boca. Dono dos melhores cupcakes do Rio, Daniel Simas, que lançou novo cardápio recentemente, adoça o bate-papo com o Ipanema Blog contando sua paixão por gastronomia, dividindo dicas e já adiantando que tem novidades ainda este ano…

IB - De onde surgiu a ideia de fazer cupcakes? E sua relação com a gastronomia?
DS - Meu interesse pela cozinha existe desde sempre. Na cozinha eu resolvo os meus problemas e encontro as minhas soluções. Em um determinado momento me dei conta que não dava pra ficar longe desse universo e isso requer muita dedicação e exclusividade. Foi então que decidi fazer disso o meu ofício. Os cupcakes são uma paixão pessoal. E isso já faz muito tempo.
Gosto da forma, da idéia e, apesar de ser algo tão gringo, penso estar muito próximo do brasileiro o interesse pelo bolinho, completinho e tão pequeno. Sempre me interessei pela forma e pela alegria dos cupcakes. Sou viciado em criá -los e meu trabalho com eles pretende oferecer às pessoas algo relacionado à pausa, à fantasia.
IB - De onde vem as inspirações para criar novos sabores?
DS - Pode vir de toda a parte. Mesmo. No geral acontece de maneira inusitada, a partir de experimentação na cozinha. Pode vir de alguma lembrança, obsessão, de algum sonho. Daí me debruço em livros, rabisco meus cadernos e vou pra cozinha até me aproximar desse sonho. Já veio de coisas que eu li, músicas que ouvi, coisas que eu vi, sabores que eu não esqueço ou que eu gostaria de conhecer.
IB - Tem havido, cada vez mais, a mistura de música e sabores. O que mais você acha que é essencial para curtir o momento em um restaurante ou lounge?
DS - Eu nunca separei música de comida - na minha cozinha tem vitrola. Quando preparo jantares, escolher a música sempre é uma questão que gosto de me envolver. Definitivamente a música pode ampliar o prazer de comer e criar uma atmosfera ideal para esse momento. Adoro pessoas que vão sozinhas a restaurantes e são boas companhias para si mesmas. Em lounges gosto da informalidade e de soluções práticas para o serviço de comidinhas.
IB - Você acha que o carioca se importa em “comer bem”?
DS - Existe uma espontaneidade no carioca, uma descontração, uma simplicidade natural, que não significa desinteresse por comer bem, pelo contrário. Além disso, o carioca, de uma maneira geral, gosta de festas e celebrações - onde, evidentemente, boa comida não deve faltar. Carioca gosta e está acostumado com a beleza. Existe interesse por cores e novidades.
IB - Além do cardápio novo, o que mais podemos esperar de você, este ano?
DS - Estou desenvolvendo um docinho mais singelo e prático para situações em que um cupcake seria um “exagero”. Recebo muitos pedidos de solução para ocasiões em que come-se pouco, como festas em que as pessoas querem beber e dançar. (Não, não são seringas de glicose).
Além disso, sigo com os cupcakes procurando trazer novidades. Gosto de trabalhar com artistas de diversas áreas, cada um com sua loucura. O cupcake como ícone pop cria muito espaço para expressão visual de muitas maneiras.
(mais…)
Por: equipe Ipanema.blog
3 Comentários
29 de abril de 2010
Tags: arte, Mate Lelo, perfil, Street-art
Uma das figuras femininas mais presentes nas intervenções urbanas espalhadas pelo Rio, a designer Mate Lelo, como seu irmão João Lelo, cresceu brincando com arte.
À frente da produtora Bloco Mulltimídia, ela também organizou intervenções nos pedalinhos da Lagoa, participa de expos e tem inúmeras idéias para 2010. Se pensa em focar em outra área? “Uma coisa que eu sempre falo é que se meu irmão e eu não seguissemos algo relacionado a arte, nós seríamos aquelas pessoas que depredam galerias”, brinca.

IB – Como começou sua carreira nas artes?
ML - Pais arquitetos que sempre pintaram, desenharam… Minhas camisetas e meus tênis, quando criança, eram todos customizados com aerógrafo, stencil, entre outras técnicas e eu achava o máximo. Queriam que víssemos as coisas com a cabeça ainda aberta, antes de sofrer influências de opiniões externas.
Como artista eu comecei fazendo ilustrações digitais, depois de um tempo passei a imprimí-las e colá-las como cartazes na rua. Nessa época também comecei a fazer stencils pequenos ainda. Depois de um tempo, comecei a fazer gravuras em silk screen, utilizando uma mesa montada pelo meu irmão em nosso estúdio e há mais ou menos um ano comecei a fazer instalações na rua utilizando stencils maiores, que eu componho com cartazes, telas de arame e pregos.
IB – Você acha que ainda é pequena a participação de mulheres no street art? Quem você destacaria?
ML - A arte urbana é muito ampla, tem muita coisa acontecendo por aí. Dizer que a participação de mulheres é pequena, não sei. Mas com certeza os homens tem aparecido mais do que mulheres.
Tem três mulheres que curto muito o trabalho não só na rua como o indoor também, que é a Fefe Talavera, de São Paulo, a Tika Tiger e a Rachel Schembri que têm um trabalho lindo, lindo.
IB – E sobre seus projetos? Pode falar um pouco sobre eles? Está organizando mais ações para este ano?
ML - Com certeza vem aí uma nova edição do Arte Interativa na Lagoa e estou amadurecendo um projeto completamente diferente dos pedalinhos, mas ligado a arte também. Muito em breve vocês ficarão sabendo.
Por: equipe Ipanema.blog
3 Comentários
20 de abril de 2010
Tags: Buati, festa, noite, party, perfil, Rio de Janeiro
De freqüentador da noite carioca, não demorou muito para Gustavo Tatá pular para atrás das pickups e se tornar um dos principais DJs da cena local, ficando mais conhecido por tocar na X-Demente com seu estilo eletrônico. Hoje ele é residente da Buati e ainda foca outros projetos que envolvem, é claro, muita música e moda.

Gustavo Tata
IB - Antes, a música eletrônica era associada à Sampa. Como você vê o Rio, dentro deste cenário, atualmente?
GT - O Rio sempre teve uma cena eletrônica muito forte, uma cena undergrond super rica, com clubes e DJs ótimos. Além de estar mais divulgada e todo mundo conhecer.
Acredito que se o governo ajudasse e não gostasse tanto de acabar com a diversão dos outros, nós com certeza estaríamos melhores situados, mas no geral acho que o Rio continua lindo e super bem inserido no cenário brasileiro.
IB - Qual roteiro você indicaria para quem quer conhecer a noite do Rio?
GT - Cerveja no bar Urca + drink no miam miam + MOO + after no Dama de Ferro.
IB - E quais
artistas acha que merecem ser conhecidos?
GT - Eu indicaria os artistas das galerias de arte Artur Fidalgo e Laura Marsiaj e claro uma ida ao MAM que é lindo.
IB - Em quais projetos você está envolvido atualmente e o que mais podemos esperar para este ano?
GT - Tenho produzido algumas faixas com o Droors, do Jamanta Crew, e estou como DJ residente da BUATI , então o público, no mínimo, pode esperar alegria e diversão nos meus sets! Fora isso, este ano estou focado também em alguns projetos pessoais que não estão relacionados a musica…
Por: equipe Ipanema.blog
Sem comentários