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16 de abril de 2010
Tags: agenda, aplusd, Bootie Rio, festa, perfil
Quem é ligado em festas, sabe que a primeira edição da Bootie Rio, produzida por Fabiano Moreira, vai dar o que falar agora em maio. A party já é ponto certo pros fãs de mashups na Europa e EUA e foi criada em 2003 pelo casal de DJs Adrian e The Mysterious D, que chega aqui como AplusD. Batemos um papo exclusivo com eles sobre a bootie culture e, claro, sobre o que nós podemos esperar.
Ready for a mashup?

IB - Como surgiu o a dupla AplusD e projeto Bootie Club?
AplusD - Ouvimos o primeiro mashup em 2002 e foi “love at first listen”. Na época, tínhamos apenas começado como DJs e os mashups se encaixaram perfeitamente no nosso estilo eclético, all-over-the-map.
Naquela época, a maioria das pessoas nos EUA nunca tinha ouvido falar sobre “mashup” ou “bootleg”, então, decidimos iniciar o nosso próprio club dedicado exclusivamente ao estilo.
Assim que a festa começou, quisemos começar a fazer os nossos próprios mashups. Foi quando produzimos faixas com o nome AplusD, que não são apenas nossas iniciais, mas também um pouco de um trocadilho, pois em circuitos “bootleggers”, a maioria dos mashups é conhecida como “A + B” ou “A contra B”.
IB - Quem influencia cada um de vocês quando criam um mashup? Como é o processo até perceber que duas músicas diferentes podem se encaixar?
AplusD - Às vezes, uma nova música nos lembra uma antiga, então tentamos traçar uma ligação entre os dois temas e mostrar como, apesar das décadas que podem separá-las, elas são realmente semelhantes.
Outras vezes, nós pegamos dois artistas que nem mesmo “estariam numa mesma sala” e “forçamos” um dueto que soa estranhamente natural, o que é sempre divertido.
IB - E sobre o Brasil … Existe algo especial que vocês desejam conhecer por aqui?
AplusD - Nós dois estamos realmente ansiosos para conhecer a vida noturna daí e ouvir as músicas que estão tocando nos clubes. Nós amamos também o fato do Brasil realmente saber como fazer uma festa… Não podemos esperar para nos divertir!
IB - E quais são suas expectativas para a primeira Bootie no Rio?
AplusD - Esperamos nos divertir! Esperamos um público diversificado que quer “to shake their booties” e ouvir as pessoas cantando e sorrindo quando reconhecem alguma música, especialmente dentro de um mashup inteligente!
** Vale também ficar ligado, pois ontem começaram as vendas dos ingressos no Espaço Fashion. Os 50 primeiros ainda levam ecobag exclusiva da marca para a festa.
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Por: equipe Ipanema.blog
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08 de abril de 2010
Tags: música, osritmosdigitais, perfil
Eles se inspiraram no projeto Les Rythmes Digitales, do Stuart Price (produtor da Madonna), para criar uma party no Rio onde poderiam ouvir sons diferentes. Daí surgiu osritmosdigitais. Foram necessárias apenas três edições da festa para o trio Millos, Yugo e Salim receberem convites e levarem seu som à outros lugares. E quem frequenta a noite do Rio sabe… Os meninos estão bombando atualmente.

IB - Como é tocar ao vivo dividindo o espaço com mais duas pessoas?
Millos - É divertido, mas também um desafio. Temos preferências musicais diferentes, mas ao mesmo tempo complementares. Acho que o nosso trunfo é esse. Preferimos dividir o tempo que temos para se apresentar em três. Mas quando tocamos ao mesmo tempo, tentamos ficar de olho no que o outro está tocando, para fazer com que o set todo conte uma história.
Yugo - Juntos, fazemos algo como um “back to back to back”. É legal porque é como uma reunião de amigos, onde cada um coloca uma música depois da que o outro colocou e isso se completa de uma maneira incrível. E não sou eu quem diz isso apenas, muita gente diz isso pra gente. Esse é o espírito, simples mesmo.
IB - Muitos DJs têm surgido no Rio. Vocês acham que o carioca está mais ligado na qualidade da música que ouvem do que o lugar que freqüentam?
Millos - Não sei ainda se as pessoas saem pela qualidade da música ou por quem está no line up. Acho que o hype em torno de cada festa ainda conta muito mais que isso. Claro que há exceções. Não é a toa que nós temos tocados bastante por aí. Mas acho que a maoria das pessoas ainda vai pra pista para reconhecer, e não conhecer, música.
IB - Como é o processo de criação de vocês?
Salim - Ainda não produzimos música. De qualquer forma, diariamente trocamos música igual criança com figurinha. A pesquisa musical é intensa e de todos os lados. Acho super bacana colocar para outras pessoas um pouco do que trocamos. Por sinal, sou o único de nós que gosta da idéia de fazermos “back to back to back”. O processo é completamente diferente de quando faço um set sozinho.
IB - Quem vocês destacariam do cenário do Rio?
Millos - Eu curto DJs que seguem uma linha mais autoral, com mais pesquisa musical, mas que ainda assim tocam músicas empolgantes. O DJs da Moo (Diogo Reis e Eduardo Cristoph) e da Combo (Badenov e Gustavo MM) são bons exemplos.
Yugo - Pessoalmente, também gosto bastante do Nepal e, da molecada nova como a gente, destaco o Bernardo Campos e o André Câmara (Sugar Rush). Curto também a proposta do The Twelves, principalmente como produtores, porque tem uma assinatura.
Salim - Acho que vale a pena destacar também o pessoal da produção das festas. A Loulou Chavarry, o pessoal da Moo e o Hugo (Yugo) em parceria com o André Câmara são os que trazem no mínimo um frescor musical para a noite no Rio. O povo da Calzone também manda super bem, mas anda sumido. A Dancing Cheetah também, feita por três deles, é igualmente bacana e esporádica.
IB - Quais os projetos de vocês pra este ano?
Millos - Queremos fazer mais edições da “Os Ritmos Digitais convidam”, sempre com um convidado bacana. Tem também o nosso site novo, que deve estar no ar muito em breve e queremos lançar material próprio, como re-edits e remixes.
Salim - A idéia é criarmos uma cultura músical e representatividade cultural. É para todos ganharem com isso. Aos poucos vão surgindo as outras novidades e nesse meio tempo provavelmente também as produções próprias. Mas tudo em seu tempo, sem trocar os pés pelas mãos.
Por: equipe Ipanema.blog
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31 de março de 2010
Tags: fotografia, Ipanema, Lomo, Lomography, perfil
A Lomography Gallery chegou de mansinho em Ipanema, no ano passado, e logo se tornou hotspot do verão carioca, com programas que misturavam música e, claro, fotografia. Por trás do espaço está Filipa Richter que, entre outras coisas, conta por que a Lomo tem o mood do bairro. “Ipanema é moda, verão, é praia, é sol, é o suco na esquina, tem galerias de arte, cafés, cariocas e turistas. E a loja está num lugar bacana por ser no coração de Ipanema, mas ao mesmo tempo escondido”.

Filipa e amigos
IB - Como começou sua relação com a fotografia e, em particular, com a Lomo?
FR - Sempre gostei de fotografar como hobby. Conheço a Lomography ha muitos anos. Achei legal a maneira espontânea de fotografar e fazia parte de um grupo de fotografia, onde conheci o Gabriel (parte de web da Lomography), e juntos criamos a Embaixada Lomográfica aqui no Rio.
IB - Como você vê a relação de Ipanema com a fotografia?
FR - Acho que o Rio de Janeiro inteiro é lindo para fotografar. Ipanema tem a questão da praia, das cores, do mar. Em outros pontos, também tem a Urca, o Centro, a praia em todos os lugares, o Parque Laje, os pescadores do Posto 6 e simplesmente o dia a dia da cidade.

Filho e marido
IB - Você tem um filho pequeno… Apesar da pouca idade, ele já fez algum “clique”?
FR - Atualmente ele só é clicado! Hahah! Grande companheiro que já me acompanhou muito lá na galeria.
IB - Dos fotógrafos brasileiros, quem você destacaria?
FR - Dos talentos novos gosto do trabalho de Felix Richter e Daniel Klajmic. E gosto muito dos mais antigos, Miguel Rio Branco, Sebastião Salgado e outros.

IB - Quais são os projetos da Lomo para este ano?
FR - São vários! Agora mesmo em abril vamos ter um período de eventos na loja chamado Light Leaks que, na verdade, se inspira na primavera Européia. Aqui estamos em outono, mas luz é algo que não falta no Rio. Vamos fazer alguns workshops específicos e celebrar o World Pinhole Day.
Haverão mais umas 2 ou 3 outras promoções temáticas ao longo do ano, depois temos alguns lançamentos de produtos novos como a Fishey Pink, que no exterior já foi lançada mas ainda não chegou no Rio.
Por: equipe Ipanema.blog
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27 de março de 2010
Tags: graffiti, perfil, Street-art
Hoje é Dia do Graffiti, como falamos ontem, e não poderíamos deixar passar em branco já que a street-art vem ganhando cada vez mais espaço nas ruas do Rio e nossos artistas sendo associados ao mood carioca. Para marcar a data, conversamos com Marcelo Ment que, há mais de 10 anos, desenha pelos muros da cidade. Conhecido da Zona Norte à Zona Sul, Ment fala sem censuras e avisa. “Moramos em uma cidade riquíssima culturalmente e é preciso que nós cariocas passemos a dar mais valor ao que temos”.

IB - Antes, o graffiti era uma arte mais associada a São Paulo e, com o tempo, vem ganhando espaço no Rio. Por que você acha que o número de grafiteiros (ou street artists) está aumentando no Rio?
MM - O Rio de Janeiro, até o começo dos anos 90, não tinha graffiti nas ruas. Esse crescimento acontece em todos os centros urbanos e nossa cidade está em evidência. Com a explosão da internet, a abertura e aceitação que a cidade dá ao graffiti em geral faz com que um número cada vez maior de artistas,desenhistas, designers etc., queiram se arriscar a pintar na rua, onde um número imenso de pessoas tem contato mais direto do que em outras linguagens e suportes.
IB – E como você começou a fazer grafitti?
MM -Sempre gostei de desenhar e desde criança tive contato com a arte, através dos meus irmãos. Era viciado em gibis e quadrinhos e, com meus amigos skatistas, vi as primeiras imagens de graffiti e da cultura de rua nas estampas das roupas, nos desenhos nas madeiras, e nos vídeos com as pistas grafitadas. Daí passei a fazer desenhos de personagens e letras e em 1998 comecei a pintar nas ruas.
IB - Qual o melhor roteiro de lugares para quem quer conhecer o grafitti carioca?
MM -Acho a Lapa é essencial, Santa Teresa, Tijuca, Méier… Não quero excluir esse ou aquele bairro, mas não temos muitas produções, como chamamos muros grandes em que vários artistas se reúnem. É possível encontrar ótimas pinturas onde menos se imagina e isso é só o começo.
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Holanda
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Ment e Big (Ipanema)
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"Cartola" por Ment
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Ment e Kendo (Brasília)
IB - E quais artistas são fundamentais na arte local?
MM - Temos vários, e alguns são grandes amigos, então fico em uma situação difícil!. O Eco, por ser pioneiro e estar em atividade constante, o Swk de Santa Teresa, os grupos Nação e Fleshbeck, só pra citar alguns.
IB - Aliás, o que é indispensável para ser um artista relevante?
MM - A busca por sua identidade, estar sempre buscando novas referencias e indo pra rua pintar. E não adianta querer conquistar respeito de um dia pro outro. Me orgulho muito de ter pinturas por vários locais da cidade da Zona Norte à Zona Sul, algumas com 4 ou 5 anos intactas, sem uma pichação.
O respeito das ruas é essencial, muito mais que o sucesso comercial. Sem demagogia ou hipocrisia. Vivo da minha arte e é preciso que as pessoas gostem do que faço, mas essa não é a minha prioridade ou foco principal, quero continuar pintando e aprendendo cada vez mais.
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18 de março de 2010
Tags: arte, Grafite, perfil, perfil verão 2010, Street-art
João Lelo é figura fácil nos eventos de arte espalhados pelo Rio. Parte da leva mais recente de artistas que tem mostrado, em intervenções urbanas ou expos, o potencial carioca, o filho de arquitetos começou sua vida criativa desenhando nas paredes do quarto, ainda criança.
Fugindo dos rótulos, atualmente, João se prepara para sua primeira expo solo nos EUA, além de participar de um projeto, ainda não divulgado, para a revista espanhola A Little Beat. Ele fala sobre isso e mais em conversa com o Ipanema Blog.

IB - Já há um tempo a street-art ganha espaço no Rio. Como você vê a relação do carioca com a arte?
JL - A moda da arte urbana no Rio é muito recente, se comparada a outros lugares no mundo. Mas aqui a aceitação das pessoas é muito boa. Enquanto em outros lugares o estilo ainda é tratado como vandalismo, aqui no Rio é recebida e apreciada como arte.
Mas como toda moda, há um lado negativo. Tenho a impressão de que as pessoas acham que para ser artista hoje em dia é obrigatório fazer arte urbana, e assim acabam deixando de dar valor a outros segmentos da arte.
IB - Sua irmã (Mate Lelo) também trabalha com arte. Como foi a infância de vocês? De onde surgiu a influência e incentivo pro gosto pelas artes?
JL - Nossa família sempre foi muito ligada à arte. Meus pais sempre desenharam e pintaram muito. Desde sempre, eles deixavam a gente desenhar nas paredes dos nossos quartos, assim como sempre deixavam a gente usar os materiais de trabalho deles. Então, acho que a arte veio de uma forma natural nas nossas vidas.
IB - E quais são suas influências atuais?
JL - Sempre fui muito fã de Gustav Klimt e Egon Schiele. Depois descobri o trabalho de Futura 2000, que despertou meu real interesse no grafite. Eu admiro muitos artistas, mas acho que minha maior influência são as pessoas com quem trabalho.
IB - O artista, para ser reconhecido, precisa ter uma característica própria, certo? Para você, como é o processo de desenvolvimento desta “assinatura”?
JL - Ter um estilo próprio é tudo. Você pode dominar qualquer técnica, mas o mais importante é criar algo original e que tenha a sua cara. Estilo é algo que vem da experiência de vida de cada um. Não existem regras para isso. Para realizar um trabalho, devemos primeiro pensar em “o que” queremos fazer e depois em “como” fazer.
IB - Pode falar um pouco dos seus projetos? Algo especial para este ano?
JL - Em abril vou abrir minha primeira exposição solo nos EUA. Vai ser na galeria Art Whino, em Washington. Também estou envolvido em um projeto da revista espanhola A Little Beat. Ainda não posso dar muitos detalhes sobre isso, mas vai ser algo bem legal.
Por: equipe Ipanema.blog
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10 de março de 2010
Tags: Balada Mixta, festa, Katylene, noite, Pedro Beck, perfil, perfil verão 2010, São Paulo
Pedro Beck é uma dessas figuras que surgiram para mudar a noite. Ele nasceu na ponte Rio-São Paulo, cresceu carioca, amigo de nomes como a Suzana Trajano, mas atualmente mora em Sampa, onde tem dado o que falar com a party Balada Mixta, criada com a descontraída Katylene e o Pomada.
No último sábado, a festa teve sua primeira edição no Rio, contando com mais de dois mil nomes na lista de convidados. O Ipanema Blog aproveitou para conversar com Pedro sobre a noite carioca, Sampa e os novos projetos do rapaz, por enquanto, super secretos.

IB - Você cresceu no Rio e voltou para o Rio já adulto. Mantém algo do estilo de vida daqui em Sampa?
PB - Fui pra São Paulo bem carioca, mas o dia a dia da cidade me fez um paulistano completo: trabalhando sem parar, de notebook e smartphone até na hora do café, e apaixonado pela vida noturna.
IB - Como você vê o cenário das festas do Rio? Muitos grupos têm surgido com propostas em todos os cantos da cidade.
PB - Conheço bastante gente da noite carioca. Tem espaço pra todo mundo. Ouço falar de problemas de cópias, mas se elas existem é melhor ainda: são elogios de o que você faz está no caminho certo. Acho muito válido novos promoters, DJs e propostas surgirem. Todo mundo só ganha com isso. “Nêgo” tem que parar de ser “xiita”.
IB - Quais são seus projetos atuais?
PB - Criei a Balada Mixta em setembro junto com o Poms e a Katylene. Estamos começando a viajar com datas já fechadas no Rio, Brasília, Recife e Natal. A idéia é viajar bastante este ano com a festa, que começa a se consolidar bem em São Paulo. E dia 10 de abril começo uma festa nova ainda guardada a sete chaves ao lado do Fabrício Miranda e do Ad Ferrera.
IB – E no Rio? Quais são suas festas preferidas?
PB - Das atuais, conheço o Bailinho, a I Love Pop, Maldita, Paradiso, a Moist (que ajudei a criar, sugerindo o nome da festa) e a Moo. Gosto muito da I Love Pop, sou bastante amigo da Suzana desde pequeno e tenho bastante admiração por ela e pelo trabalho dela. Também adorava a Combo, do Xande.
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Por: equipe Ipanema.blog
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03 de março de 2010
Tags: comportamento, Dia Internacional da Mulher, moda, perfil, perfil verão 2010
Ela veio de Minas Gerais, mas viver desde os nove no Rio deu aquele toque carioca no estilo de vida da modelo. Extrovertida e sem muitos problemas em ser sincera, a também apresentadora do programa “As pegadoras” (Multishow), Lívia Maria Senatore conta que se encanta com a moda mesmo sem se esquivar em dizer que “até hoje não entendo nada sobre”.
Em uma das pausas entre os jobs e mergulhos nas praias de Ipanema e Recreio (seus points preferidos), Lívia conversou com o Ipanema Blog mostrando que, de previsível, a menina não tem nada.

IB - Como você começou a carreira na moda?
LM – Todo mundo me via e dizia que eu era linda, ruiva e magrela, então tinha que ser modelo. Minha mãe não apoiou, mas aos 13 anos voltei a fazer testes e as coisas foram acontecendo.
IB – E como vê esse universo?
LM – Me encanta, mas até hoje não sei nada de moda. Vejo a moda como arte. Quando sou fotografada é como se fosse atriz. Gosto de interpretar (Ela inclusive participou da série “Castigo Final”, lançada no Festival de Cinema do ano passado). De estar em conjunto com algum cenário, história etc.
Amo ser modelo, mesmo com os fuxicos que existem. Muitos me chamam de exótica, mas sou muito tranqüila, não curto essa coisa de “fazer carão”. Meus trabalhos sempre fluem calmos, é claro, a não ser que eu esteja irritada. Mas a moda não é só glamour, poder e glória, então faço o meu e fica tudo certo.
IB – E sobre você ser exótica? O que isso significa?
LM – Desde nova aprendi a me virar sozinha. Vivo meu mundinho e até digo pras pessoas que sou uma “Emo” sem franja e unha preta. Não tenho preconceito com nada. Eu tenho conceitos formados.
IB – Fora do burburinho, o que você curte fazer?
LM – Aí fica o meu lado mineiro. Sou meio bicho do mato. Não sou fã da noite. Eu e meu noivo gostamos de ir à praia. Eu gosto do cheiro da praia, de me divertir. Pra mim praia é um lugar pra se divertir. Não existe o “ir à praia sozinha”. Inclusive, posso dizer que sou farofeira. Gosto do clima despojado. Pretendo até casar em uma praia e levar essa sensação boa aos nossos amigos e família.
** Fotos: Acervo pessoal
Por: equipe Ipanema.blog
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12 de fevereiro de 2010
Tags: Agemda, comportamento, festa, Gema TV, perfil, perfil verão 2010
Mineiro na certidão de nascimento e carioca por escolha, Fabiano Moreira está por trás da Agemda, indicada ao Prêmio Dj Mag Best Brasil na categoria Melhor Blog, e é conhecido por mergulhar nas festas e mostrar o melhor delas. O jornalista faz do seu hobby um dos canais mais bacanas para quem quer ficar antenado no que acontece na noite do Rio.
Além disso, o inquieto assumido está organizando o Grito da Gema, que rola na próxima terça, às 18h no kantha galo (Lagoa), está na produção da versão carioca da Bootie e ainda lançou a mixtape de mashups de carnaval, com faixas de nomes como João Brasil, André Paste, Faroff e outros. Dizer que ele nasceu em um domingo de carnaval explica toda essa energia, não é?

IB - Como será o seu carnaval este ano?
FM - Todo ano prometo que vou a algum bloco tradicional, mas acabo não indo. O mais certo é que eu esteja nas festinhas do “carnaval off” do Rio, cobrindo e me divertindo, neste formato do blog de personagem da noite que se joga e reporta. Vou comemorar meu aniversário no Grito da Gema, na terça-feira, e depois tem I Love Pop.
IB - Muitos já te associam ao cenário da noite, de festas. O que, no seu estilo de vida, surpreenderia mais as pessoas?
FM - Que eu tenho uma vida de dia, com uma carga horária de oito horas de trabalho, que sou extremanente organizado e responsável, profissional à beira do chato, de tão comprometido e meticuloso. Party people à noite, workaholic de dia.
IB - O que você gosta de fazer nas horas de relaxar?
FM - Eu não relaxo. Eu quico. “Peixes em peixes”, sabe? Inquieto por natureza. Trabalho oito horas no meu emprego formal e mais seis ou oito horas na Agemda, quando chego em casa. Acho que relaxo com a Agemda. Me dá muito prazer. É meu lazer. E saio bastante também, né? Estilo de vida que deu origem ao blog.
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José Camarano
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Party mood
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Gorky, Fabiano e Pedro Deyrot
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Fabiano e João Brasil
IB - Como começou o seu contato com o pessoal do GemaTV?
FM - Sou amigo pessoal do José Camarano dos tempos que morávamos em Minas Gerais. Ele é de Ubá e as primeiras festas de música eletrônica que ele frequentou foram as edições da Electrica, que eu fazia. Foi quem me incentivou a vir para o Rio e convidou para fazer a Agemda. É uma paixão da minha vida. Tenho uma admiração muito grande por ele, por seu talento e diplomacia. Um gentleman, sempre.
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10 de fevereiro de 2010
Tags: comportamento, Jeff Ares, moda, perfil, perfil verão 2010, Vogue
Quando uma notícia vem dele, todo mundo sabe: Vem coisa boa por aí. E isso não é à toa. Editor do site RG Vogue, Jeff Ares está por dentro dos principais burburinhos que acontecem pelo Brasil.
Despojado e direto, Jeff tirou um tempo para um bate-papo com o Ipanema Blog, contando um pouco do seu próprio RG.

IB - O que é fazer o RG de alguém?
JA - É bisbilhotar com carinho.
IB - Você é conhecido por ser editor de um dos principais veículos sociais, onde a pessoa é personagem central. Como circular entre tantas personalidades sem perder a sua essência?
JA - Eu não me encaixo muito nesse modelo aí. Minha regra é manter um grupo sólido de amigos, uma referência de mundo real, de pessoas incríveis, todas super colunáveis no meu coração.
IB - Quando pensamos em personalidades, pensamos em festas. Você é freqüentador dos principais burburinhos?
JA - Tenho que ir ao maior número de boas festas que o Engov permita. E eu gosto bastante, não é sacrifício não.
IB - Quais nomes e assuntos, na sua opinião, estarão em alta este ano?
JA - Quem fizer coisa nova leva. Chega de mesmice, né…
IB - O que considera necessário para viver no mundo da moda sem se reconhecer em um dos personagens do “O Diabo Veste Prada”?
JA - Tô fora do estereótipo. Tenho alma hippie. Tento falar de lifestyle com crítica social e bom senso. Clichês antigos da moda já eram. Tem uma geração nova e cheia de boa fé que só quer se divertir e ganhar dinheiro. Tô com eles.
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26 de janeiro de 2010
Tags: Dia Internacional da Mulher, festa, lifestyle, perfil, perfil verão 2010, Prêmio Dj Mag Best Brasil, Rio de Janeiro
Quem freqüenta as festas cariocas, pelo menos, já ouviu falar nela. Isso por que LouLou Chavarry é da trupe que corre por semanas para fazer uma noite perfeita para os convidados. Nascida no burburinho de Santa Teresa, ela está por trás de festas como a ElectroShake, MOO, Hell´s Club (as edições que rolaram no Rio) e a mais recente, Shout!.
Não é à toa que LouLou é a única carioca que concorre como melhor promoter brasileira no 2º Prêmio Dj Mag Best Brasil. Aqui, ela, que deixou a carreira em arquivologia para investir em produção, conta um pouquinho do trabalho e mostra o seu lado pós-festas. “Gosto de ir pro ‘meio do mato’ com meu filho, meu marido e amigos. Preciso descansar um pouco… senão, piro!”.

IB - Como você começou na noite carioca?
LC - Era frequentadora assídua da extinta Guetto … Um dia, o Calbuque, dj e Produtor da festa Febre, me chamou para substituir uma menina que não poderia trabalhar naquele dia. Gamei!
IB - O que torna uma festa perfeita?
LC - Boa música, gente feliz e bom atendimento … Festa com “gente caruda” não dá !
IB - Para você, quais são os principais nomes da noite carioca?
LC - Moo, Mauricio Lopes, Gustavo Tatá, os meninos da Dancing Cheetah (Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil), The Twelvees e Filipe Mustache. Gosto muito também de uma galera nova, como OsRitmosDigitais.
** Festa Shout! / Fotos:Partybusters
IB - O que fazia antes de mergulhar no burburinho da noite?
LC - Sou formada em Arquivologia e quase pós-graduada em Informação e Comunicação em Saúde. Trabalhei no Arquivo Histórico do Outeiro da Glória, FioCruz e Ministério da Saúde, mas não aguentei o silêncio dos arquivos!! Daí, larguei tudo e voltei a trabalhar só com eventos.
IB - Quais são seus projetos atuais? Planos para 2010?
LC - Atualmente estou envolvida na produção de 3 eventos: a ElectroShake, as Festas da MOO e Maze/Shout! Planos para 2010? Vários!
Por: equipe Ipanema.blog
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