Be Stupid
A Diesel lançou a temporada Be Stupid, em Sampa.
Veja quem passou por lá.
Fotos de Mariana Maltoni para VogueRG.
A Diesel lançou a temporada Be Stupid, em Sampa.
Veja quem passou por lá.
Fotos de Mariana Maltoni para VogueRG.
Em duas semanas, São Paulo mergulhou no mood do Rio de Janeiro. Após duas parties cariocas, agora é a vez da cidade da garoa abrir as portas para a expo “Com afeto, Rio”, na Galeria Oscar Cruz. Oscar, dono da galeria, inicia fase solo com a mostra que conta com curadoria de Bernardo Mosqueira e inaugura hoje.
Trabalhos de nomes como Alessandro Sartore, Bernardo Ramalho, coletivo Opavivará, Daniel Toledo, Glaucia Mayer, Joana Traub Cseko, João Penoni, Julia Cseko, Leo Ayres e outros, ficarão expostos para Sampa sentir um pouco da arte carioca, até 08 de maio.
O mood carioca, definitivamente, está conquistando o público paulista. Depois da Balada Mixta vir para o Rio e a Festa Bailinho passar por Sampa, amanhã é a vez da Buati, do José Camaro e Marcelo Argento, fazer a conexão Rio-São Paulo.
A party leva line up com os DJs Gustavo Tatá, Rodrigo Peirão e Badenov. A stylist Renata Abade e o artista plástico Rick Castro são os convidados para brincar nas pickups. Quem estiver em Sampa e quiser curtir, é só passar no Club Lions.
No último sábado rolou, em Sampa, a Festa Bailinho, uma das parties que mais deu o que falar no verão carioca. O burburinho aconteceu na Casa das Caldeiras.
Abaixo, os registros feitos pelo fotógrafo Micori de Lucca para a RG Vogue.
Para quem está em Sampa, a pedida imperdível é a abertura da expo “Andy Warhol, Mr. América”. O burburiho artsy acontece na Estação Pinacoteca, onde estão expostas 169 obras do pop artist.
São duas instalações, 26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotografias, 44 filmes e testes de câmera com nomes como Edie Sedgwick, conhecida como a musa de Warhol.
Entre as pinturas, estão as clássicas telas de Marilyn Monroe e Jaqueline Kennedy, feitos na época The Factory, onde o artista reunia personalidades.
Até o próximo dia quatro, quem passar pela Galeria Marta Traba, em Sampa, poderá conferir a expo “Jogos de Guerra”, com curadoria da Daniela Name, e resultado do projeto de mesmo nome do artista Leo Ayres.
Mais de 40 artistas de todo o país mostram seus trabalhos inspirados nas possibilidades de conflito, como já diz o nome da expo. Para entender melhor a proposta, conversamos com o Leo sobre o projeto e sobre arte.
IB - O que é o “Jogos de guerra” e que tipo de reação você esperava do público, ao elaborar o projeto?
LA - Jogos de Guerra era um projeto de exposição de apenas três artistas em uma pequena galeria em Mar del Plata. Chamei a Daniela Name para fazer o texto crítico, mas ela se empolgou e acabou fazendo uma curadoria com 49 artistas!
Sobre a reação do público é sempre uma surpresa. Pensei em uma exposição que até o público leigo gostasse de ver. Acho que funcionou. Antes da abertura, apareceu um casal, que parecia nunca ter ido numa exposição de arte contemporânea. Eles percorreram toda a exposição e ficaram impressionados.
IB - O quanto você considera importante eventos como este, que envolve diversos artistas?
LA - As coletivas geram um diálogo entre artistas e trazem novas interpretações de trabalhos já estabelecidos. Num projeto como “Jogos de Guerra”, foi muito saudável ver a colaboração e cooperação de artistas tão consagrados.
IB - Como você vê a relação do carioca com a arte? Quais projetos locais destacaria?
LA - O carioca se interessa por arte, mas falta cobertura da imprensa especializada, recursos, educação etc. Gosto muito de projetos espontâneos, como o idealizado pelo Bernardo Mosqueira, que vai abrir a própria casa ao público no sábado, dia 13. Vou participar com um trabalho inédito.
Pedro Beck é uma dessas figuras que surgiram para mudar a noite. Ele nasceu na ponte Rio-São Paulo, cresceu carioca, amigo de nomes como a Suzana Trajano, mas atualmente mora em Sampa, onde tem dado o que falar com a party Balada Mixta, criada com a descontraída Katylene e o Pomada.
No último sábado, a festa teve sua primeira edição no Rio, contando com mais de dois mil nomes na lista de convidados. O Ipanema Blog aproveitou para conversar com Pedro sobre a noite carioca, Sampa e os novos projetos do rapaz, por enquanto, super secretos.
IB - Você cresceu no Rio e voltou para o Rio já adulto. Mantém algo do estilo de vida daqui em Sampa?
PB - Fui pra São Paulo bem carioca, mas o dia a dia da cidade me fez um paulistano completo: trabalhando sem parar, de notebook e smartphone até na hora do café, e apaixonado pela vida noturna.
IB - Como você vê o cenário das festas do Rio? Muitos grupos têm surgido com propostas em todos os cantos da cidade.
PB - Conheço bastante gente da noite carioca. Tem espaço pra todo mundo. Ouço falar de problemas de cópias, mas se elas existem é melhor ainda: são elogios de o que você faz está no caminho certo. Acho muito válido novos promoters, DJs e propostas surgirem. Todo mundo só ganha com isso. “Nêgo” tem que parar de ser “xiita”.
IB - Quais são seus projetos atuais?
PB - Criei a Balada Mixta em setembro junto com o Poms e a Katylene. Estamos começando a viajar com datas já fechadas no Rio, Brasília, Recife e Natal. A idéia é viajar bastante este ano com a festa, que começa a se consolidar bem em São Paulo. E dia 10 de abril começo uma festa nova ainda guardada a sete chaves ao lado do Fabrício Miranda e do Ad Ferrera.
IB – E no Rio? Quais são suas festas preferidas?
PB - Das atuais, conheço o Bailinho, a I Love Pop, Maldita, Paradiso, a Moist (que ajudei a criar, sugerindo o nome da festa) e a Moo. Gosto muito da I Love Pop, sou bastante amigo da Suzana desde pequeno e tenho bastante admiração por ela e pelo trabalho dela. Também adorava a Combo, do Xande.
Para quem está em Sampa, uma pedida é a expo com 24 ilustrações que Marcelo Daldoce fez para a Revista Playboy. O encontro acontece na Livraria Pop.
Pra quem está em Sampa, hoje rola a segunda edição da festa Balada Mixta. Dessa vez com tema MUG SHOT EDITION! , a party acontece na Funhouse e tem no line up Pedro Beck, Pomada e Katylene, além da convidada Julia Petit.
Como comentamos na terça-feira, hoje é dia de mostrar os registros da passagem do Facehunter Yvan Rodic por Sampa.
Da night aos traços da cidade, o resultado também é bem bacana.
Este blog faz parte do Mais Ipanema, uma parceria entre as Sandálias Ipanema e o Instituto e com objetivo de valorizar o bairro e incentivar atividades socioambientais. Através deste blog, o Mais Ipanema dará destaque às pessoas, movimentos e projetos que fazem de Ipanema um dos mais belos cartões postais do mundo, ressaltando a originalidade do seu lifestyle.
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