Posts com a tag Street-art
23 de agosto de 2010
Tags: arte, Bienal Internacional Graffitti Fine Art, expo, exposição, Mube, São Paulo, Street-art
A street art sempre teve grande espaço aqui no Ipanema Blog, agora ainda mais com o anúncio da 1a Bienal Internacional Graffitti Fine Art, que rola em Sampa, na MUBE, entre 3 de setembro e três de outubro.

Artistas de todo o mundo, incluindo Inglaterra, EUA, Alemanha e outros, expõem na mostra que conta também com brasileiros reconhecidos, como OsGêmeos, Chivtiz e Ronah.

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15 de maio de 2010
Tags: La Cucaracha, moda, Split, Street-art

Hoje rola lançamento da coleção Split, na La Cucaracha. A marca californiana é resultado da parceria entre Dave Patrie, Scott Vaderipe, Seeth Bailey e Michael Stripes (estes dois, da banda R.E.M).
A marca mistura entre o DNA punk rock e conscientização com o meio ambiente rendeu uma linha orgânica e uma linha inspirada em street-art.
Para comemorar o lançamento, tem after-praia na La Cucaracha, a partir das 20h.
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30 de abril de 2010
Tags: arte, expo, exposição, Riotika II, Street-art, Tika

Hoje é dia de arte no Rio. Além da expo “Família”, do Toz, na Galeria Movimento, rola também a abertura da RioTika II, na La Cucaracha.
A suiça Tika (uma das artista preferidas da Mate Lelo) apresenta trabalho inédito, com desenhos e pinturas, além de objetos encontrados pelas ruas da cidade.
O burburinho na La Cucaracha começa às 20h.
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29 de abril de 2010
Tags: arte, Mate Lelo, perfil, Street-art
Uma das figuras femininas mais presentes nas intervenções urbanas espalhadas pelo Rio, a designer Mate Lelo, como seu irmão João Lelo, cresceu brincando com arte.
À frente da produtora Bloco Mulltimídia, ela também organizou intervenções nos pedalinhos da Lagoa, participa de expos e tem inúmeras idéias para 2010. Se pensa em focar em outra área? “Uma coisa que eu sempre falo é que se meu irmão e eu não seguissemos algo relacionado a arte, nós seríamos aquelas pessoas que depredam galerias”, brinca.

IB – Como começou sua carreira nas artes?
ML - Pais arquitetos que sempre pintaram, desenharam… Minhas camisetas e meus tênis, quando criança, eram todos customizados com aerógrafo, stencil, entre outras técnicas e eu achava o máximo. Queriam que víssemos as coisas com a cabeça ainda aberta, antes de sofrer influências de opiniões externas.
Como artista eu comecei fazendo ilustrações digitais, depois de um tempo passei a imprimí-las e colá-las como cartazes na rua. Nessa época também comecei a fazer stencils pequenos ainda. Depois de um tempo, comecei a fazer gravuras em silk screen, utilizando uma mesa montada pelo meu irmão em nosso estúdio e há mais ou menos um ano comecei a fazer instalações na rua utilizando stencils maiores, que eu componho com cartazes, telas de arame e pregos.
IB – Você acha que ainda é pequena a participação de mulheres no street art? Quem você destacaria?
ML - A arte urbana é muito ampla, tem muita coisa acontecendo por aí. Dizer que a participação de mulheres é pequena, não sei. Mas com certeza os homens tem aparecido mais do que mulheres.
Tem três mulheres que curto muito o trabalho não só na rua como o indoor também, que é a Fefe Talavera, de São Paulo, a Tika Tiger e a Rachel Schembri que têm um trabalho lindo, lindo.
IB – E sobre seus projetos? Pode falar um pouco sobre eles? Está organizando mais ações para este ano?
ML - Com certeza vem aí uma nova edição do Arte Interativa na Lagoa e estou amadurecendo um projeto completamente diferente dos pedalinhos, mas ligado a arte também. Muito em breve vocês ficarão sabendo.
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27 de abril de 2010
Tags: expo, exposição, Street-art

O artista Tomaz Viana, o Toz, inaugura a expo Família, na próxima sexta-feira, na Galeria Movimento, com curadoria da Daniela Name.
Tomaz, já conhecido no cenário da street-art com seu personagem Shimu, apresenta trabalho no estilo Toy Art. São seis telas com mais 23 personagens autorais.
“Todos os bonecos têm um pouco de mim. Adoro Toy Art, sou colecionador, e fazer os meus próprios bonecos tem tudo a ver com meu trabalho, com a minha história”, diz o artista.
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31 de março de 2010
Tags: agenda, expo, exposição, festa, party, Street-art

Seguindo o clima artsy, hoje à noite rola o lançamento da nova série de posters HGArtes, assinados por nomes já conhecidos aqui no IpanemaBlog, como João Lelo, Rafo Castro, Petit Poupé, SWK e Doria, a partir das 18h.
Depois rola conexão na LUV, de Nicole Nandes.
HomeGrown
Rua Maria Quitéria, 68, sobreloja
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27 de março de 2010
Tags: graffiti, perfil, Street-art
Hoje é Dia do Graffiti, como falamos ontem, e não poderíamos deixar passar em branco já que a street-art vem ganhando cada vez mais espaço nas ruas do Rio e nossos artistas sendo associados ao mood carioca. Para marcar a data, conversamos com Marcelo Ment que, há mais de 10 anos, desenha pelos muros da cidade. Conhecido da Zona Norte à Zona Sul, Ment fala sem censuras e avisa. “Moramos em uma cidade riquíssima culturalmente e é preciso que nós cariocas passemos a dar mais valor ao que temos”.

IB - Antes, o graffiti era uma arte mais associada a São Paulo e, com o tempo, vem ganhando espaço no Rio. Por que você acha que o número de grafiteiros (ou street artists) está aumentando no Rio?
MM - O Rio de Janeiro, até o começo dos anos 90, não tinha graffiti nas ruas. Esse crescimento acontece em todos os centros urbanos e nossa cidade está em evidência. Com a explosão da internet, a abertura e aceitação que a cidade dá ao graffiti em geral faz com que um número cada vez maior de artistas,desenhistas, designers etc., queiram se arriscar a pintar na rua, onde um número imenso de pessoas tem contato mais direto do que em outras linguagens e suportes.
IB – E como você começou a fazer grafitti?
MM -Sempre gostei de desenhar e desde criança tive contato com a arte, através dos meus irmãos. Era viciado em gibis e quadrinhos e, com meus amigos skatistas, vi as primeiras imagens de graffiti e da cultura de rua nas estampas das roupas, nos desenhos nas madeiras, e nos vídeos com as pistas grafitadas. Daí passei a fazer desenhos de personagens e letras e em 1998 comecei a pintar nas ruas.
IB - Qual o melhor roteiro de lugares para quem quer conhecer o grafitti carioca?
MM -Acho a Lapa é essencial, Santa Teresa, Tijuca, Méier… Não quero excluir esse ou aquele bairro, mas não temos muitas produções, como chamamos muros grandes em que vários artistas se reúnem. É possível encontrar ótimas pinturas onde menos se imagina e isso é só o começo.
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Holanda
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Ment e Big (Ipanema)
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"Cartola" por Ment
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Ment e Kendo (Brasília)
IB - E quais artistas são fundamentais na arte local?
MM - Temos vários, e alguns são grandes amigos, então fico em uma situação difícil!. O Eco, por ser pioneiro e estar em atividade constante, o Swk de Santa Teresa, os grupos Nação e Fleshbeck, só pra citar alguns.
IB - Aliás, o que é indispensável para ser um artista relevante?
MM - A busca por sua identidade, estar sempre buscando novas referencias e indo pra rua pintar. E não adianta querer conquistar respeito de um dia pro outro. Me orgulho muito de ter pinturas por vários locais da cidade da Zona Norte à Zona Sul, algumas com 4 ou 5 anos intactas, sem uma pichação.
O respeito das ruas é essencial, muito mais que o sucesso comercial. Sem demagogia ou hipocrisia. Vivo da minha arte e é preciso que as pessoas gostem do que faço, mas essa não é a minha prioridade ou foco principal, quero continuar pintando e aprendendo cada vez mais.
(mais…)
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26 de março de 2010
Tags: graffiti, Parque Garota de Ipanema, Street-art
Amanhã é Dia do Graffiti e voltamos um pouquinho no tempo para mostrar outras imagens do dia em que os street artists deram mais cor ao Parque Garota de Ipanema.
Amanhã tem entrevista com o Marcelo Ment, aqui no Ipanema Blog.





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23 de março de 2010
Tags: arte, expo, exposição, Street-art

Street art de Mate Lelo no Parque Garota de Ipanema
Os irmãos João e Mate Lelo se reunem hoje em um liveart, a partir das 19h30 na Praça São Salvador. Além da criação ao vivo, ainda rola expo. O burburinho acontece no Salvatore Café, em Laranjeiras.
Por: equipe Ipanema.blog
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18 de março de 2010
Tags: arte, Grafite, perfil, perfil verão 2010, Street-art
João Lelo é figura fácil nos eventos de arte espalhados pelo Rio. Parte da leva mais recente de artistas que tem mostrado, em intervenções urbanas ou expos, o potencial carioca, o filho de arquitetos começou sua vida criativa desenhando nas paredes do quarto, ainda criança.
Fugindo dos rótulos, atualmente, João se prepara para sua primeira expo solo nos EUA, além de participar de um projeto, ainda não divulgado, para a revista espanhola A Little Beat. Ele fala sobre isso e mais em conversa com o Ipanema Blog.

IB - Já há um tempo a street-art ganha espaço no Rio. Como você vê a relação do carioca com a arte?
JL - A moda da arte urbana no Rio é muito recente, se comparada a outros lugares no mundo. Mas aqui a aceitação das pessoas é muito boa. Enquanto em outros lugares o estilo ainda é tratado como vandalismo, aqui no Rio é recebida e apreciada como arte.
Mas como toda moda, há um lado negativo. Tenho a impressão de que as pessoas acham que para ser artista hoje em dia é obrigatório fazer arte urbana, e assim acabam deixando de dar valor a outros segmentos da arte.
IB - Sua irmã (Mate Lelo) também trabalha com arte. Como foi a infância de vocês? De onde surgiu a influência e incentivo pro gosto pelas artes?
JL - Nossa família sempre foi muito ligada à arte. Meus pais sempre desenharam e pintaram muito. Desde sempre, eles deixavam a gente desenhar nas paredes dos nossos quartos, assim como sempre deixavam a gente usar os materiais de trabalho deles. Então, acho que a arte veio de uma forma natural nas nossas vidas.
IB - E quais são suas influências atuais?
JL - Sempre fui muito fã de Gustav Klimt e Egon Schiele. Depois descobri o trabalho de Futura 2000, que despertou meu real interesse no grafite. Eu admiro muitos artistas, mas acho que minha maior influência são as pessoas com quem trabalho.
IB - O artista, para ser reconhecido, precisa ter uma característica própria, certo? Para você, como é o processo de desenvolvimento desta “assinatura”?
JL - Ter um estilo próprio é tudo. Você pode dominar qualquer técnica, mas o mais importante é criar algo original e que tenha a sua cara. Estilo é algo que vem da experiência de vida de cada um. Não existem regras para isso. Para realizar um trabalho, devemos primeiro pensar em “o que” queremos fazer e depois em “como” fazer.
IB - Pode falar um pouco dos seus projetos? Algo especial para este ano?
JL - Em abril vou abrir minha primeira exposição solo nos EUA. Vai ser na galeria Art Whino, em Washington. Também estou envolvido em um projeto da revista espanhola A Little Beat. Ainda não posso dar muitos detalhes sobre isso, mas vai ser algo bem legal.
Por: equipe Ipanema.blog
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